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Artesanato

O evento mostra a criatividade da produção artesanal de tradição do Estado sendo que toda a renda arrecadada fica com as próprias comunidades que vendem seus trabalhos. São inúmeras tipologias, usos e uma infinidade de materiais que se transformam nas mãos dos artistas e artesãos. A visita tem de ser feita com calma e conversar com os artesãos é muito interessante. Vale a pena!

Apaixonada pela arte de moldar, Anna Júlia Romão Penha exibe suas peças cuja matéria prima é a terra que retira de cupinzeiros abandonados, já que a cidade onde mora, Sarapuí, tem um barro muito vermelho e ruim para este tipo de trabalho. Pesquisou bastante o material e as diversas formas de trabalhá-lo ou seja, tirar o melhor desta matéria-prima tão diferente.

Anna Julia retira dos cupinzeiros de Sarapuí a matéria-prima para a construção de suas galinhas de angola e bonecas

As figuras mais representadas por Anna são galinhas d’angola, animais que conviveram com ela desde a sua infância. As peças maiores ficam extremamente leves, uma surpresa para quem as pega nas mãos, mas que ela não conta com detalhes como o faz.

As pecinhas da Casa dos Figureiros chamam a atenção por conta de suas cores vibrantes. O tom de azul no qual são retratados pavões, galinhas e outra figurinhas encantam os olhos de quem os vê. O trabalho dos chamados “figureiros” da cidade de Taubaté é feito de “terra cota”, sem nenhum molde, sendo trabalhadas uma a uma pelas mãos dos artesãos que compõem um grande grupo.

Figurinhas de barro coloridas nascem das mãos de artesãos que há anos exploram o barro em suas inúmeras formas
 

Débora de Paula desenvolve peças tridimensionais, em papiêr maché que são releituras de diversas obras de Portinari. Muitas delas em tamanho original encantam adultos e crianças que visitam seu estande.

O inusitado trabalho de Débora de Paula que reproduz em papiêr maché, algumas em tamanho original, as imagens pintadas por Cândido Portinari.

Já Benedito Domingos dos Santos, o Benê, constrói os brinquedos que nossos avós brincavam! NO seu estande, o visitante ouve estórias e mais estórias de cada objeto que Benê mostra com paciência e boa vontade. Seus produtos são muito bem feitos e despertam a curiosidade de crianças e adultos.

Benê é um contador de histórias que constrói brinquedos como o pião de cabaça que canta quando gira

Outro estande que não pode deixar de ser visitado é o de São José dos Campos para conversar, se conseguir, pois ela não pára, com a “Dona Cidinha”. Além de deliciosos quitutes com farinha de milho, ela produz o sabão de cinzas ou sabão dicoada, onde utiliza as cinzas do fogão a lenha e  banha de animais.

O resultado do processo, que inclui ritual, crenças e muito trabalho, são as pedras de sabão de cor preta. Dona Cidinha afirma que são ótimas para a higiene pessoal e utiliza normalmente desde criança. Ainda, ela vende o João Deitado, deliciosos bolinhos fritos de farinha de milho com recheio de carne. E quem conversa com ela, ouve as histórias da roça e dos nomes curiosos dos pratos, porque João Deitado é apenas um deles.

Dona Cidinha e seu sabão de cinzas, conta estórias curiosas e divertidas
 
 
Fotos: OPY Imagens
   
 

 

 
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