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ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Ubatuba (tupi): O nome foi dado pelos índios Tamoios que habitavam a região. Significa local onde há muitos caniços próprios para fazer flechas. Por volta de 1600, recebeu os primeiros colonizadores d família Sá. Virou município em 28 de outubro de 1638.
 

Esta cidade faz parte do Vale do Paraíba.
É famosa por suas belezas naturais.
Saiba mais...


Ubatuba faz parte
do Circuito do Litoral Norte
e da Rota da Liberdade.


Conheça aqui os roteiros do Estado!

 
Aeroporto Estadual Gastão
Mesquita - SDUB

End.: Av. Guarani, 194
Ubatuba - São Paulo - Brasil
Telefone : (12) 3832-1992 
 
 
 
DESTAQUE
 

Aguardando matérias e pautas.

 
 
CURIOSIDADES
 
Aguardando histórias e curiosidades.
 
HISTÓRIA
 
 

Originalmente, o município de Ubatuba era uma aldeia de índios tupinambás chamada Aldeia Iperoig.

Sua ocupação pelos portugueses só foi possível após um acordo com os nativos, no Tratado de Paz de Iperoig, firmado em 14 de setembro de 1563. No início do século XVII, Jardão Homem da Costa veio, com sua família e aderentes, estabelecer-se onde hoje se encontra a cidade.

Construiu uma capela sob invocação de Santa Cruz, dando início do povoado e, em 1610, os moradores obtiveram concessão das terras compreendidas entre os rios Marajaimirendiba e Ubatuba.

Foi elevado à categoria de vila em 28 de outubro de 1637, com a denominação de Vila Nova da Exaltação de Santa Cruz do Salvador de Ubatuba.

A produção de açúcar trouxe-lhe relativa prosperidade, incrementada quando o Litoral Norte passou a produzir aguardente e açúcar para abastecer a região das minas.

No entanto, um decreto do Presidente da Província de São Paulo, obrigando

 

todas as embarcações do litoral a se dirigirem ao porto da cidade de Santos, levou muitos produtores a abandonar os canaviais e a vila entrou em decadência.

A partir de 1808, a abertura dos portos brasileiros por D. João VI, e o cultivo do café no Vale do Paraíba, contribuíram para o desenvolvimento de Ubatuba que se consolidou como um grande porto exportador.

Em 13 de março de 1855, recebeu foros de cidade, com o nome simplificado para Ubatuba.

No final do século XIX sua condição econômica foi prejudicada pela construção da ferrovia Santos Jundiaí e o declínio da produção cafeeira no Vale do Paraíba.

Somente com a abertura da Rodovia Rio-Santos (BR-101), na década de 70 do século seguinte, pôde retomar seu crescimento com base na exploração do turismo que se tornou sua principal atividade.

Segundo o dicionário de Silveira Bueno, o significado mais próprio para Ubatuba vêm de ybá-tyba, o “porto das canoas”.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.  
 
HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   
 

EDIFÍCIO PAÇO DA NÓBREGA

Avenida Iperoig, esquina com a Rua da Conceição
Processo: 24161/85     
Tomb.: Res. 68 de 13/12/85     
D.O.: 17/12/85
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 248, p. 66, 22/1/1987

Ubatuba foi fundada em 1637, por Jordão Homem da Costa, sob as ordens da condessa de Vimieiro, donatária da capitania. A cana-de-açúcar, a partir de meados do século XVIII e, posteriormente, o café, do século XIX, constituíram-se elementos dinamizadores da economia ubatubense.

A edificação, provavelmente de meados do século passado, em 1864, foi adquirida pela Câmara Municipal. Além da câmara, o edifício recebeu o fórum, em 1872, a prefeitura, em 1904, e, em 1966, o Museu Hans Staden que ocupa o porão habitável e guarda objetos representativos da história da cidade.

A construção, em pedra e tijolo, com duas elevações no alinhamento do lote, conta ainda com os beirais do telhado em capa e canal.

Fonte: Marly  Rodrigues e Tereza C. R. E. Pereira

RESIDÊNCIA IRMÃOS GOMES

Rodovia SP-55, 2244 – Praia Grande – Ubatuba
Rua Severo Gomes, lote 1 Quadra A do Loteamento Costa Esmeralda
Processo: 48.737/03      
Tomb.: Res. SC 50 de 15/09/05   
D.O.: 21/09/05
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 352 , p. 94 e 95, 04/04/2006

O projeto da residência de veraneio, concebido em 1958 e realizado em 1962, foi encomendado pelo Senador Severo Gomes ao arquiteto Rino Levi, um dos principais expoentes da arquitetura moderna brasileira, por conta de sua interpretação particular dos princípios do racionalismo em arquitetura, sempre considerando a continuidade espacial com a natureza.

Situada num grande terreno plano entre a montanha e a praia, procura conjugar a introspecção das casas urbanas com a contemplação com a paisagem.

A planta retangular tem numa das faces menores os dormitórios, e na outra os serviços. A sala ao centro tem um jardim, projetado por Burle Marx, separando-a dos serviços; do outro lado uma bateria de sanitários a separa dos dormitórios.

As paredes dos lados maiores da planta são constituídas por um plano opaco de tijolo aparente, que se interrompe na parte correspondente à sala para permitir a sua completa abertura. Toda a extensão dos dois lados da sala se abre por grandes portas de correr. Quando abertas, vazam totalmente o volume na direção da praia e da mata. 

Fonte: Paulo Sérgio B. Del Negro

RUÍNAS DO ENGENHO DA LAGOINHA

Loteamento da Praia da Lagoinha (Gleba A)
Processo: 00554/75    
Tomb.: Res. 69 de 16/12/85     
D.O.: 17/12/85
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 249, p. 66, 22/1/1987

Supõe-se que as ruínas de construção em pedra façam parte de um antigo engenho pertencente à Fazenda Bom Retiro. Atualmente, encontram-se recobertas por densa vegetação, prejudicial à manutenção do pouco que restou do conjunto. Situadas próximas ao Parque da Serra do Mar, oferecem ao local uma bela paisagem.

Dentro da área tombada, verificou-se a presença de paredes definindo uma vala com profundidade aproximada de 2 m, paredes com arcadas assemelhando-se a aquedutos, além de um artefato de ferro. Em frente às ruínas, do outro lado da rua, existem também vestígios de colunas e paredes.

É provável que ainda existam muitos indícios ocultos sob a vegetação, com grande importância para a identificação do uso original deste conjunto de construções.
Fonte Marly Rodrigues e Tereza C. R. E. Pereira

SOBRADO DO PORTO

Praça Anchieta
Processo: 00369/73     
Tomb.: ex-officio em 11/10/75
Tomb.: Iphan em 3/3/59
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 109, p. 15, 11/10/1975

O Casarão do Porto foi construído em 1846, pelo português, comerciante, armador e dono de terras, Manoel Baltazar da Cunha Fortes, em frente ao antigo Porto de Ubatuba, área privilegiada na época em que a cidade era entreposto cafeeiro e exportava o produto para a Europa. O sobrado servia-lhe de residência, no pavimento superior e, armazém, no térreo. Já funcionou como hotel e, durante muito tempo, pertenceu à família Guizard, de Taubaté.

Foi edificado em pedra e cal, com divisórias de pau-a-pique. Ao nível do terceiro pavimento, voltada para a praça tem-se uma camarinha, reforçando a simetria da elevação principal.

Fonte: A Tribuna de Santos

UNIDADES HABITACIONAIS DE PICINGUABA

Vila Picinguaba
Processo: 20130/76     
Tomb.: Res. 7 de 1/3/83     
D.O.: 2/3/83
Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico:
Inscrição nº 1, p. 202, 10/7/1990

Desde as primeiras décadas do século XIX, Picinguaba constava da lista dos bairros integrantes da Terceira Companhia de Ordenanças de Ubatuba. Era um dos mais populosos e prósperos da cidade e seus habitantes dedicavam-se à pesca e à agricultura. Inúmeros engenhos existiam no lugar.

As habitações caiçaras têm por características a frente voltada para o mar ou para caminhos utilizados pelas mulheres, para buscar a água, e a pouca durabilidade, razão pela qual são constantemente abandonadas. São feitas de pau-a-pique, com telhados em duas águas, cobertos por sapé ou folhagem, chão de terra batida, poucas janelas e parede central, sob a cumeeira.

A vila é considerada como um dos últimos redutos do litoral paulista a conservar tradições caiçaras no eixo da estrada Rio-Santos e localiza-se entre as coordenadas UTM 7.415,00 - 7.409,00 kmN e 518,00 - 509,00 kmE.

Fonte: Processo de Tombamento
 
 
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