ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Sertãozinho (portuguesa): É assim chamada porque a região marcava o início do sertão de Ribeirão Preto, município ao qual foi ligada até 1896. O núcleo original foi a fazenda de Inácio Maciel de Pontes, que doou terras para a construção, em 1869, de uma capela para Nossa Senhora da Aparecida de Sertãozinho, padroeira do município.
 

 

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HISTÓRIA
 
 

No século XIX, o atual município de Sertãozinho se estendia por terras de uma região fértil, coberta de matas e delimitada por um delta, formado pelos rios Mogi-Guaçu e Pardo.

Primitivamente, era habitada pela tribo Caiapó e, mais tarde, explorada por desbravadores a caminho do sul de Minas Gerais e do planalto goiano.

A povoação começou a se formar por volta de 1876, quando Antônio Malaquias Pedroso fez uma doação de terras para a constituição do patrimônio da capela em louvor de Nossa Senhora Aparecida.

O nome inicial dado ao núcleo - Nossa Senhora Aparecida de Sertãozinho - fazia menção a padroeira local e a uma fazenda, denominada Sertãozinho, de propriedade de Antonio Maciel de Pontes.

A freguesia foi criada em terras do município de Ribeirão Preto, em 10 de março de 1885.

A boa produção agrícola, que

 

impulsionou o comércio e o desenvolvimento da região, contribuiu para sua elevação a vila, em 5 de dezembro de 1896.

Seu nome foi simplificado para Sertãozinho em 26 de outubro de 1906. A economia local se alicerçou nos ciclos do café, do algodão e da cana-de-açúcar, atraindo lavradores de Minas e cafeicultores do Vale do Paraíba.

O desenvolvimento da cafeicultura deu-se com a chegada das ferrovias da Companhia Mogiana e Companhia Paulista, que escoavam a produção para outros centros, contribuindo para o progresso da cidade.

O cultivo da cana-de-açúcar teve início a partir de 1900, contando com a figura precursora do coronel Francisco Schmidt.

Outras pessoas de destaque na história de Sertãozinho foram Pereira Barreto e Henrique Dumont, que cultivaram grandes extensões de terra no município.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
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HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   
 

FÓRUM E CADEIA

Praça Quinze de Novembro
Processo: 24159/85     
Tomb.: Res. 53 de 19/9/85     
D.O.: 20/9/85
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 240, p. 65, 21/1/1987

Em 15/8/1911, a Câmara Municipal de Sertãozinho aprovou a doação de um terreno ao governo do Estado para a edificação do Fórum e da Cadeia, onde se achava instalado o Mercado Municipal. O projeto, elaborado pelo arquiteto do escritório técnico do DOP, Manoel Sabater, da Secretaria de Agricultura, Comércio e Obras Públicas, em 1913, é idêntico ao de Taquaritinga, construído entre 1913 e 1916.

A inauguração deu-se em 23/7/1916 e, apenas em 1976, sob a administração da Secretaria de Segurança Pública, houve substituição do uso, passando a ser ocupado pela Delegacia de Trânsito.

O prédio tem a fundação construída em sapata corrida de alvenaria de tijolos, embasada em pedra bruta. O telhado foi coberto com telhas francesas que se encontram assentadas sobre madeiramento de peroba.

Fonte: Telma R. F. Freitas

 
 
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