ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
São Sebastião (portuguesa): Em 1636, o sexto capitão-mor da Capitania de São Vicente elevou o povoado a vila. Na época, a localidade vivia em ciclo de prosperidade. Em 8 de abril de 1875, virou cidade. O nome homenageia o padroeiro, que protegia a costa Norte do Estado de piratas e saqueadores.
 

Esta cidade faz parte do Vale do Paraíba. São 107km de costa com 33 praias.
Saiba mais...


São Sebastião faz parte
do Circuito do Litoral Norte
e da Rota da Liberdade.


Conheça aqui os roteiros do Estado!

Foto: Pontal da Cruz / www.litoralvirtual.com.br

 
DESTAQUE
 
Trilha da Limeira
Por Jarbas Favoretto
   

Não se trata de uma trilha na cidade de Limeira. Trata-se da chamada Estrada da Limeira, na divisa dos municípios de São Sebastião e Caraguatatuba. A trilha destina-se aos apreciadores de caminhadas (Trekking).
     Ela começa na citada estrada, junto à Rio-Santos (BR-101), passa por fazendas e em plena Mata Atlântica. A trilha é classificada de “dificuldade média”. São 31 km de caminhada com subidas íngremes.   

 
Para os que gostam desse tipo de caminhada, vale saber que a trilha percorre toda a antiga estrada e atinge o ponto mais alto de São Sebastião (827m), de onde se descortina belíssimas paisagens daquela cidade e mais Ilhabela e Caraguatatuba.
     É obrigatória a presença de Guia acompanhante e os interessados devem contatar o Centro de Informações da Prefeitura: (12) 3892-1808.      
 
CURIOSIDADES
 
Aguardando histórias e curiosidades.
 
HISTÓRIA
 
 

Consta que os portugueses passaram pelo canal de São Sebastião em 20 de janeiro de 1501, dia de São Sebastião.

Mas apenas em 1586 foram concedidas as primeiras sesmarias na região de São Sebastião a Diogo Rodrigues e José Adorno. Sua efetiva ocupação ocorreria somente a partir de 1603 e 1609, quando foram doadas as sesmarias de Ilhabela a Diogo de Unhate e João de Abreu.

Estes promoveram o cultivo de roças de subsistência e estabeleceram os primeiros engenhos de açúcar. Em 16 de março de 1636, foi ereta a vila por Pedro da Motta Leite, capitão-mor da Capitania de São Vicente. Nessa mesma época, foram fundados o convento e a Igreja de São Francisco.

Em 8 de abril de 1875, a vila recebeu foros de cidade. Graças a sua situação geográfica, a cidade que servia como porto natural para o escoamento dos produtos locais teve um rápido progresso.

 

Durante o século XVIII, seu movimento aumentou bastante, pois parte do ouro de Minas Gerais seguia para o Rio de Janeiro, através de São Sebastião. Além da atividade do porto, houve um crescimento agrícola considerável, propiciado pelo fornecimento de mantimentos para a população das minas.

No século XIX a agricultura e o comércio ganharam novo impulso com a cultura cafeeira. No entanto, a escassez de mão-de-obra, bem como as dificuldades de transporte e acesso a São Sebastião, aliadas ao avanço do processo de penetração do Estado, contribuíram para a rápida decadência da cidade.

Retomou sua importância em meados do século XX, com as construções da Rodovia SP 55 e do Porto, a instalação da Petrobrás e o desenvolvimento das atividades turísticas.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.  
 
HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   
 

CENTRO

Processo: 14150/69     
Tomb.: Res. de 12/12/69     
D.O.: 13/12/69
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 2, p. 2, 27/4/1971

A cidade de São Sebastião, localizada no litoral norte paulista, originou-se através de concessões de sesmarias, entre 1580 e 1609. Inicialmente, sua economia baseava-se na cultura do arroz, da cana-de-açúcar, mandioca e cereais.

No final do século XVIII, em plena expansão, chegou a possuir cerca de 25 engenhos ligados ao fabrico do açúcar e da cachaça, prosperando, no século seguinte, com a cultura do café. Foi elevada à categoria de cidade em 1875.

O tombamento incidiu sobre sete quadras, além de alguns imóveis isolados como a Capela de São Gonçalo e residências, Cadeia Pública, Igreja Matriz, casa térrea à Rua Antônio Cândido e edifício do Grande Hotel. A técnica construtiva usual dos imóveis mais antigos é a alvenaria de pedra assentada com argamassa de pó de concha e areia, muito comum no litoral.

Fonte: Processo de Tombamento / Condephaat • 2007

CASA COM TETO PINTADO OU CASA ESPERANÇA

Avenida Altino Arantes, 32
Processo: 00376/73     
Tomb.: ex-officio em 26/12/74
Tomb.: Iphan em 15/4/55
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 106, p. 15, 6/5/1975

A Casa Esperança é de meados do século XVIII e se constitui em rico exemplar da arquitetura urbana colonial.

Construída em tijolo e pedra, assobradada, com telhado em quatro águas e um longo beiral arrematado por cimalha, destacam-se em seu interior os forros pintados e a decoração das três salas nobres do pavimento superior, além das portas ricamente trabalhadas em madeira e o gradil da escada.

As pinturas, com temas da cidade do Rio de Janeiro no início do século XIX, foram elaboradas durante a reforma de 1838, ocasião em que foram introduzidas  as portas balcão e o gradil de ferro da sacada.

Fonte: Arquivo Condephaat / Condephaat • 2007

CONVENTO FRANCISCANO DE NOSSA SENHORA DO AMPARO

Praça Lourenço Lovisi, s/n - Bairro de São Francisco
Processo: 00021/71     
Tomb.: Res. de 21/7/72     
D.O.: 22/7/72
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 62, p. 5, 22/9/1972

O Convento de Nossa Senhora do Amparo, construído originalmente em 1637, era ponto de parada dos jesuítas em suas viagens pelo litoral.

Em 1934, por ter sido abandonado durante 60 anos, foi reconstruído por encontrar-se em péssimo estado de conservação.

Do convento fazem parte igreja, sacristia e claustro. As paredes medem 1 m de espessura, os batentes são de pedra e a torre possui cobertura abobadada. O interior está bastante descaracterizado, principalmente com a substituição dos altares primitivos por outros de talha, em estilo neoclássico, envernizados.

Em 1976, uma reforma descaracterizou ainda mais a igreja, com a introdução de lajotas do tipo colonial no piso e azulejos nas paredes.

Fonte: Processo de Tombamento

SEDE DA FAZENDA SANTANA

Rua Doutor Manoel Hypólito do Rego, 1579
Processo: 00020/71     
Tomb.: Res. de 28/6/72     
D.O.: 30/6/72
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 64, p. 3, 22/9/1972

A produção agrícola de São Sebastião era muito variada. Durante o século XVIII incrementou a sua economia com o fabrico do açúcar e cachaça. A Fazenda Santana, deste período, constitui-se em importante exemplar de engenho de açúcar.

A primeira ala da sede foi construída em 1743, em pedra no térreo e em pau-a-pique na parte superior, contemporânea ao engenho e aqueduto. Destes dois últimos ainda restam vestígios. No século XIX, com o advento do café, a sede foi acrescida de um corpo lateral ao lado do qual encontra-se um alpendre remanescente da primeira construção.

O tombamento incluiu, além do sobrado, construções remanescentes do engenho e senzala, alfaias, sete imagens e mobiliário antigo.

Fonte: Luís Saia e  Maria C. N. Homem
 
 
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