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ORIGEM DO NOME DA CIDADE |
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Piracicaba (tupi): Lugar onde o peixe pára. Foi fundada em 1 de agosto de 1767 por Antônio Correia Barbosa. Sua primeira denominação foi Vila Nova da Constituição, em homenagem à promulgação da primeira constituição portuguesa. Em 1877, o local passou a município e a ser chamado pelo nome atual.
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BIENAL NAÏFS DO BRASIL: “ARTE INGÊNUA”
EM DESTAQUE |
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Bienal Naïfs do Brasil é um evento cultural realizado pelo SESC (Serviço Social do Comércio, Administração Regional no Estado de São Paulo) na unidade de Piracicaba. Criado em 1992, o intuito é privilegiar e mapear a produção de obras que se enquadram em “arte ingênua” – daí o nome naïf ou naïve, também conhecida como arte primitiva moderna no Brasil. Arte considerada espontânea, instintiva e, em geral, produzida de maneira autodidata.
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Folder chama para a mesa redonda que aconteceu em 6 de setembro. Objetivo do encontro foi discutir a proposta da exposição
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A Bienal se originou de mostras anuais realizadas no SESC Piracicaba de 1986 a 1991 já com a proposta de valorização da arte naïf, que por sua vez carrega muitos elementos da cultura popular brasileira. O trabalho desenvolvido no Brasil de arte naïf se destaca mundialmente junto a países como França, Haiti e Itália.
Conceber trabalhos artísticos sem formação acadêmica ou ligação com tendências faz com que esses artistas tenham recebido o título de “poetas anarquistas do pincel”. A mostra atrai artistas, pesquisadores, colecionadores e galeristas, além de estudantes e educadores.
Na última edição, realizada de setembro de 2006 a janeiro do ano seguinte, o tema da bienal foi “Entre Culturas”. De 5 de setembro a 14 de dezembro de 2008 acontece a 9ª edição, que conta com 70 artistas e 107 obras, sendo o júri composto por Ângela Mascelani, antropóloga, pelo artista plástico e acadêmico Percival Tirapeli e por Romildo Sant’anna, escritor e jornalista.
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Maria Lucia Beraldo: Procissão III |
Para a edição de 2008, artistas de todo o país enviaram suas obras de 1º de março a 31 de maio para o SESC Piracicaba. Em 13 de junho, o júri atribuiu os prêmios de Destaque-Aquisição e de Incentivo e Menções Especiais.
Além da premiação, o evento expõe o trabalho de nomes representativos da arte naïf brasileira na chamada Sala Especial. |
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Em 6 de setembro, o júri e o curador da Sala Especial, Olívio Tavares de Araújo, discutem a proposta do evento, o posicionamento, os critérios de seleção das obras e a própria arte naïf.
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Trabalho do júri para a seleção e premiação da 9ª Edição da Bienal Naïfs do Brasil
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Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo, fala sobre a dificuldade de produção dos artistas. “Se pensarmos que o artista naïf gera sua arte sem a influência de conceitos, quão difícil, então, podemos imaginar o processo de sua criação”, diz. “A percepção de um mundo novo surge do caos, da desordem, que ele alinha, ordena e traduz como arte. É um ser que se debruça sobre seus sentimentos e discorre sobre o universo como uma espécie de Deus”, finaliza Danilo Santos.
Aos finais de semana, durante a bienal, há uma programação paralela, que conta com apresentações de música, de teatro e de dança, ateliê aberto e sessão de cinema. No encerramento da agenda que acontece à parte da mostra, dia 27 de setembro, César Obeid apresenta um folheto, também conhecido como romance – manifestação da cultura tradicional que tem rimas de cordel e movimento, contando com a participação do público.
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Daniel Firmino da Silva: Futebol na vila azul
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A novidade da 9ª edição é a transmissão online e ao vivo da abertura, que aconteceu em 5 de setembro, a partir das 20h e pôde ser conferida no www.sescsp.org.br, com apresentação de Fabio Malavoglia.
Serviço
Bienal Naïfs do Brasil
5 a 14 de dezembro de 2008
Sesc Piracicaba, Rua Ipiranga, 155
Terça a sexta: das 13h às 22h
Sábados, domingos e feriados das 9h às 18h
Entrada franca
Texto: Daniella Cornachione
Fotos: Carlos Mendes
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UNIVERSIDADES |
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| • Universidades Estaduais |
Universidade de São Paulo (USP)
A USP integra um seleto grupo de instituições de padrão mundial, com 229 cursos dedicados a todas as áreas do conhecimento distribuídas por 40 unidades no Estado de São Paulo.
Em Piracicaba a USP está presente em dois campus.
Campus Piracicaba
Centro de Energia Nuclear na Agricultura
Av. Centenário, 303
Tel: 19 3429 4600
Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queirós"
Pádua Dias, 11 CP 9
Tel: 19 3429 4336
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Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Unicamp é uma das principais instituições de ensino superior da América Latina. Possui diversos Campus espalhados pelo Estado de São Paulo.
Em Piracicaba, a UNESP está presente na FOP - Faculdade de Odontologia.
Campus Piracicaba
Av. Limeira, 901
Tel: 19 2106 5200 |
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| :: Conheça outras Universidades Estaduais no Estado de São Paulo |
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CURIOSIDADES |
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| Aguardando histórias e curiosidades. |
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A região do Rio Piracicaba começou a ser percorrida com o movimento
das entradas e bandeiras.
Entre fins do século XVII e meados do XVIII, as terras próximas do salto do rio sofreram as primeiras intervenções, fossem por meio da abertura de caminhos e estradas, fossem associadas a pedidos e doações de sesmarias.
Tratava-se, inicialmente, do trânsito e do conseqüente povoamento deflagrado pelas tentativas de melhor explorar as minas de ouro, em Cuiabá ou Minas Gerais.
A parte do território paulista que viria a constituir o futuro município recebeu, portanto, suas primeiras demarcações em função desse processo.
Entre as referências oficiais relativas à formação do povoado, propriamente dito, destaca-se a incumbência dada, em 1766, ao Cap. Antônio Corrêa Barbosa pelo Capitão-General D. Luís Antônio de Souza Botelho Mourão, para fundar uma povoação na foz do Rio Piracicaba.
O local escolhido, no entanto, situava-se à margem direita do salto, distante 90 quilômetros da foz. |
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Considerou-se o lugar mais apropriado, sua fundação oficial ocorreu em 1º de agosto de 1767, no termo da Vila de Itu. Em 21 de junho de 1774, a povoação foi elevada à categoria de freguesia do município de Itu e, em 7 de julho de 1784, transferida para a margem esquerda do Rio Piracicaba.
Em 31 de outubro de 1821, quando foi erguida a vila, recebeu o nome Vila Nova da Constituição. A partir de 1836, a vila ganhou impulso, tornando-se importante centro abastecedor.
Com o predomínio do sistema de pequenas propriedades, eram cultivados, além do café, arroz, feijão, milho, algodão e fumo. Ainda havia pastagens destinadas à criação de gado.
Em 24 de abril de 1856, a vila recebeu foros de cidade, mas a denominação de Piracicaba (em tupi, “lugar onde ajunta peixe” ou “lugar onde o peixe pára”) apenas seria oficializada em 13 de abril de 1877.
O município adquiriu novo estímulo quando, nesse mesmo ano, começou o tráfego no ramal da estrada de ferro que ligava Piracicaba a Itu.
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Fonte: Fundação SEADE - 2006 |
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| Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade. |
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CASA DE PRUDENTE DE MORAES
Rua Santo Antônio, 641
Processo: 07861/69
Tomb.: Res. de 1/6/73
D.O.: 2/6/73
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 70, p. 6, 7/6/1973
Prudente de Moraes, natural de Itu e presidente da República no período de 1894 a 1898, adquiriu a casa, inacabada, de seu irmão, em 1869, nela residindo até a sua morte em 1902.
Trata-se de uma construção típica das casas térreas urbanas da segunda metade do século XIX. Possui porão baixo destinado à ventilação, planta em "L", nos alinhamentos frontais do lote de esquina, destacando-se, nas elevações, os arcos ogivais de suas esquadrias.
Em 1957, o edifício passou por uma reforma para a instalação do atual Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes. |
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Fonte: Solange Torres |
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CASA DO POVOADOR
Processo: 08571/69
Tomb.: Res. de 9/3/70
D.O.: 10/3/70
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 9, p. 2, s.d.
Piracicaba foi fundada, em 1767, pelo capitão Antonio Correia Barbosa e tornou-se município autônomo em 24/4/1856. Em 1784 o núcleo foi transferido para a margem oposta do Rio Piracicaba, a pedido dos seus moradores que acreditavam ser local mais apropriado para o seu desenvolvimento.
A Casa do Povoador, edificação isolada e próxima ao Rio Piracicaba, foi construída em taipa de pilão e pau-a-pique. Nas suas elevações os vãos de portas e janelas encontram-se dispostos sem ritmo e alinhamento em conseqüência da sua implantação em diversos níveis. Trata-se de uma construção despojada e, atualmente, abriga o Museu Municipal. |
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Fonte: Processo de Tombamento |
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CONJUNTO ARQUITETÔNICO DO CAMPUS DA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ
Perímetro: Inicia na Avenida Pádua Dias e segue pela rua Avenida Carlos Botelho; rua Policarpo Amaral; rua Padre Galvão; Alameda do Aviário, divisa do terreno onde se situa a casa 72; Alameda das Palmeiras; Alameda do Brejo; Alameda Viário-Zoologia; Alameda dos Alecrins; até o final dos terrenos das residências 51. Daí, contornando a cerca dos laboratórios 53 e 54, até o ribeirão Piracicamirim, de onde segue pela margem até a estrada Monte Alegre, e por essa até a Alameda da Horta, dobrando para a esqueda; e daí, seguindo o traçado orgânico do parque, até a Alameda da Entomologia, até fechar na Avenida Pádua Dias.
Processo 23.055/83
Tomb. Res. SC-89, de 12.12.06
DO: 23.12.06
A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), idealizada por Luiz Vicente de Souza Queiroz em 1891, iniciou suas atividades como escola pública do Estado de São Paulo em 1892 e integrou-se a universidade de São Paulo, quando da sua criação em 1934.
Pioneira em seu ramo, a escola inaugurou um modelo de estabelecimento de ensino agrícola que se configurou como padrão para o desenvolvimento de políticas públicas de apoio à agricultura, reproduzindo didaticamente as práticas agrícolas e rurais tradicionais e também experimentando inovações.
O tombamento contempla o traçado orgânico projetado em 1907 por Arsenio Puttemanns; sua expansão de 1940; zonas de cultivo zonas de cultivo; zona de mata preservada; sistema viário; e um conjunto de edifícios. |
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Fonte: Condephaat / 2007
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EDIFÍCIO DA ANTIGA ESCOLA NORMAL DE PIRACICABA
Rua São João, 1121
Processo: 24243/85
Tomb.: Res. SC 28 de 11/1/02
D.O.: 23/1/02
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 330, p. 84, 7/2/2002
A Escola Normal de Piracicaba, atualmente denominada Escola Estadual Sud Menucci, assim como a Escola Normal de Botucatu, foi projetada pelo arquiteto João Castagnoli, em 1913, cabendo a Carlos Rosencrantz o detalhamento dos ornamentos internos.
Construídas pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de São Paulo, as Escolas Normais, em 1919, somavam 10. A primeira a ser construída foi a Caetano de Campos na cidade de São Paulo em 1894 e, as últimas, em Campinas e Casa Branca, em 1919. Tratava-se de edificações mais elaboradas, com programas desenvolvidos para atender às exigências determinadas pelo recém implantado regime republicano, em 1889, que entendia ser necessário cuidar da escola normal para bem formar os professores primários. Foram introduzidos auditórios e bibliotecas, espaços estes que até então se improvisava.
Em 1920, a Lei 1750, que reformulou todo o ensino público estadual, unificou as dez escolas existentes, igualando-as aos ginásios, tornando-os estabelecimentos de ensino secundário especial. |
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Fonte Maria Auxiliadora Guzzo de Decca e Sílvia Ferreira Santos Wolff |
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PASSO DA VIA SACRA SÃO VICENTE DE PAULA
Rua Prudente de Moraes, 804
Processo: 08639/69
Tomb.: Res. de 11/4/72
D.O.: 12/4/72
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 121, p. 20, 3/7/1979
O Passo da Paixão de Piracicaba, erguido em 1873, é um dos poucos remanescentes deste tipo de construção, ligado à devoção religiosa do período imperial do Estado de São Paulo. Fazia parte de um conjunto de doze passos, correspondentes às doze estações da Via Sacra, visitados pela população durante a Semana Santa e Domingo de Ramos. Os demais eram colocados nas janelas das residências, portanto removíveis, constituindo-se este no único passo fixo.
Trata-se de uma pequena capela, com altar e retábulo em madeira, em estilo barroco. Em seu interior encontra-se uma imagem de roca, representando Jesus Cristo no Horto, com o cálice na mão. Todo o trabalho artístico em madeira foi executado por Miguel Archanjo Benício de Assumpção, o famoso Miguelzinho Dutra, originário de Itu.
Em 1972, foram realizadas obras de restauração no Passo, com a autorização do Condephaat, pelo especialista Eugênio Nardim. |
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Fonte: Guilherme Vitti |
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Conheça a cidade
por suas imagens! |
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