ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   

Já em 1910 a região era conhecida pelos tropeiros, por haver abundância de alimentos, destacando-se o palmito da palmeira Euterpe Eduli. O nome Palmital, aparentemente, começou a ser utilizado para denominar a estação que a Estrada de Ferro Sorocabana, ali inaugurada em 1913.

 
 
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HISTÓRIA
 
 

O desbravador da região onde está hoje o município de Palmital foi João Batista de Oliveira Aranha que, vindo de São Manoel, em companhia de seus filhos, em 1886, instalou-se a quatro quilômetros da atual cidade, na Água do Aranha.

Divulgando em São Manoel a fertilidade das terras daquela região, para lá atraiu novos moradores. Assim, em 1891, Manoel José Batista estabeleceu-se com sua família na Água Fartura; em 1898, Joaquim Silvério da Cruz fixava-se em Água Clara; no mesmo ano, Salvador Ricci desbravava a Água das Anhumas. Seguiram-se a estes, Júlio d’Oliveira Castanha e Licério Nazareth de Azevedo, por volta de 1910, vindos de Campos Novos Paulista.

Simultaneamente à abertura do hotel por Licério Nazareth de Azevedo, o comerciante Elias Chedid ali instalava um armazém. Em redor dessas duas construções surgiu um pequeno povoado.

As terras em que se situava pertenciam a Severino Francisco da Costa, fazendeiro de largas posses que, a fim de facilitar o povoamento, decidiu dividi-las em lotes. Em pouco tempo os lotes estavam vendidos, e o povoado se desenvolvia. Foi então construída a primeira capela, sob a invocação de São Sebastião, por iniciativa de Cândido Dias de Melo, Francisco Machado, Francisco Durate e Licério Nazareth de Azevedo, os quais convidaram o padre Antônio Pereira, da paróquia de Campos Novos, para celebrar a missa inaugural.

O povoado, que recebera o nome de Palmital em vista do grande número

 

de palmeiras existentes na região, cresceu rapidamente.

Com o avanço da Estrada de Ferro Sorocabana para o sudeste do Estado, por volta de 1913 seus trilhos alcançaram Palmital, criando-se um Posto Ferroviário onde hoje se localiza a Estação. Cresceu o pequeno povoado com a instalação de casas comerciais e a chegada de agricultores atraídos pela fertilidade do solo.

As glebas de terra roxa, próprias para a cultura do café, constituíram-se em atrativo aos lavradores de terras menos férteis. Com o rápido desenvolvimento da agricultura, os grandes proprietários lotearam suas terras, facilitando o desenvolvimento da região.

Em 1919, como sede de Município autônomo, já se tornara centro comercial importante. Sua agricultura dava a Palmital aspectos de cidade pioneira de uma zona essencialmente agrícola. Em 1942, Palmital parecia haver atingido o apogeu do seu progresso, mas as primeiras glebas apresentavam sintoma de esgotamento, com diminuição da produção.

Colonos das grandes fazendas procuravam adquirir terras no norte do Paraná, principalmente após 1942, quando as geadas causaram grandes prejuízos aos lavradores e ao comércio. A perda dos cafezais levou os fazendeiros a diversificar a lavoura, substituindo o café pelos cereais, a mamona, a cana-de-açúcar.

 
Texto extraído do site: www.tvtem.globo.com
 
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