ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Mairiporã (tupi): Ignora-se a data de fundação de Mairiporã, que desde 1642 é citada como vila em carta a José Ortiz de Camargo. Com o nome de Juqueri, chega a freguesia em 24 de março de 1880, desvinculando-se de Guarulhos. Em 1.º de janeiro de 1949, troca de nome para Mairiporã, ou “aldeia pitoresca”.
 
 
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CURIOSIDADES
 
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HISTÓRIA
 
 

A história de Mairiporã começa por volta de 1600, com a doação de sesmarias na região do Rio Juqueri e Serra da Cantareira.

Um pequeno núcleo populacional formou-se ao redor da capela de Nossa Senhora do Desterro, construída por Antônio de Souza Del Mundo, tornando-se depois freguesia, com a denominação de Juqueri.

Embora não se tenha conhecimento da data de criação da freguesia, sabe-se que foi transferida para Guarulhos em 24 de março de 1880.

A região, nessa época, teve um novo impulso com a construção da estação ferroviária de Juqueri, pertencente à São Paulo Railway, e a inauguração do hospital-colônia para doentes mentais.

 

Esse desenvolvimento propiciou a elevação da freguesia de Juqueri à categoria de vila em 27 de março de 1889.

Em 1913, a vila recebeu um grupo de famílias de imigrantes japoneses, liderado por Choju Akimura, que se estabeleceu em uma gleba de terras e desenvolveu as culturas de arroz e batata.

Além disso, sua vida econômica ganhou maior importância com o estabelecimento de olarias para produção de telhas e tijolos que passaram a abastecer grande parte do Estado.

Apenas em 24 de dezembro de 1948, sua denominação foi alterada para Mairiporã, em tupi, “cidade bonita”.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
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HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   
 

MORRO DO JUQUERY E PICO OLHO D’ÁGUA

Setor Norte da Região Metropolitana de São Paulo
Processo: 29643/92     
Tomb.: Res. SC 50,  de 13/10/04     
D.O.: 28/10/04 e 06/04/05
Livro do Tombo Paisagístico:
Inscrição nº 29, p. 309/310, 19/09/2005

A área onde se localiza o Pico Olho d’Água no Morro do Juquery, Município de Mairiporã, um maciço granítico que atinge a altitude de 1150m, caracteriza-se pela presença de remanescentes de matas tropicais de planalto, que anteriormente se estendiam por toda a região, e por possuir em sua vertente meridional os mananciais que abastecem a Região Metropolitana da Grande São Paulo, razão pela qual justifica-se a toponímia local de olhos d’água.

Quanto à vegetação remanescente, pelas elevadas declividades da vertente Sul, forte dissecamento e presença de manto de decomposição profundo com matacões, torna-se impositivo a manutenção da cobertura vegetal existente e sua implementação desejável. Caso contrário, com a supressão da mesma bem como cortes do terreno poderão acarretar processos de ravinamento múltiplo e eventual deslizamentos de terra.

Por esses motivos, e também pela preservação da própria paisagem que se descortina junto à cidade de Mairiporã, o acidente geográfico está tombado pelo CONDEPHAAT cabendo, portanto, a observância de restrições na ocupação do morro e seu entorno. 

Fonte: Processo de Tombamento e Walter Fragoni
 
 
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