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ORIGEM DO NOME DA CIDADE |
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Lorena (portuguesa): A região onde se localiza chama-se Hepacaré (braço da lagoa torta, devido a um braço do Rio Paraíba). Em 14 de novembro de 1788, o governador de São Paulo, capitão-general Bernardo José de Lorena, criou o município, desmembrando-o de Guaratinguetá e lhe deu o nome de Lorena.
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INSTITUTO DE ESTUDOS VALEPARAIBANOS |
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O Instituto de Estudos Valeparaibanos foi fundado em Guaratinguetá e, em 2008, completa 35 anos. A entidade civil, sem fins lucrativos, tem como objetivo preservar o patrimônio histórico, cultural e ambiental do Vale do Paraíba. Atualmente a sede fica na Casa da Cultura em Lorena, sendo que a biblioteca e o arquivo estão emprestados para a Universidade Salesiana (Unisal).
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Instituto de Estudos Valeparaibanos completa 35 anos em 2008
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Foi no simpósio de História do Vale, no ano de 1972, em Lorena, que a idéia da criação do instituto surgiu. Em 30 de junho de 1973, reuniam-se professores, historiadores, pesquisadores e sociólogos no Museu Frei Galvão, em Guaratinguetá, para
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Informativo mensal do IEV: edição de julho de 1998
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a assembléia em que o IEV foi fundado. Alguns dos personagens que estiveram presentes foram José Luís Pasin, Thereza e Tom Maia, Paulo Pereira dos Reis.
A instituição promove cursos, palestras e simpósios que discutem a importância da preservação do patrimônio histórico da região. O instituto organizou, inclusive, uma biblioteca especializada em temas e autores do Vale do Paraíba, o que centraliza os estudos a respeito da região, congregando também os pesquisadores.
A proposta da entidade, presidida por Nelson Pesciotta, é congregar estudiosos sobre os mais diversos aspectos do Vale do Paraíba, bem como quaisquer pessoas que tenham interesse em aprofundar seu conhecimento a respeito da região, no tocante a seus problemas e às possíveis soluções.
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Nelson Pesciotta, presidente do IEV
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A instituição tem cerca de 150 membros efetivos, sendo composta por historiadores, ambientalistas, arquitetos, professores, entre outros profissionais. Um grande número de aposentados também faz parte do IEV.
Serviço:
Instituto de Estudos Valeparaibanos
Unisal: Rua Dom Bosco, 284
Fone (12) 553-2033 Ramal 335
Casa da Cultura: Rua Viscondessa de Castro Lima, 10
Texto: Daniella Cornachione
Fotos: Instituto de Estudos Valeparaibanos
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UNIVERSIDADE |
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| • Universidades Estaduais |
Universidade de São Paulo (USP)
A USP integra um seleto grupo de instituições de padrão mundial, com 229 cursos dedicados a todas as áreas do conhecimento distribuídas por 40 unidades no Estado de São Paulo.
Lorena abriga a Faculdade de Engenharia da USP.
Campus Lorena:
Rodovia Itajubá-Lorena, quilômetro 74,5 - Campinho
Tel: 12 3159 5087 |
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| :: Conheça outras Universidades Estaduais no Estado de São Paulo |
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CURIOSIDADES |
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| Aguardando histórias e curiosidades. |
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Antiga povoação do Porto de Hepacaré ou Arraial do Guaypacaré, era ponto de apoio das expedições bandeirantes que se dirigiam a Minas Gerais.
No final do século XVII, os senhores Bento Rodrigues Caldeira, João de Almeida Pereira e Pedro da Costa Colaço doaram terras para a construção de uma capela em honra de Nossa Senhora da Piedade. São assim considerados os fundadores do núcleo inicial do município de Lorena.
Em 1718, o povoado foi elevado a freguesia com a denominação de Nossa Senhora da Piedade, no município de Guaratinguetá, e, em 6 de setembro de 1788, por decreto do Governador de São Paulo, Capitão general Bernardo José Lorena , foi criada a vila, com o nome Lorena.
Passou a fazer parte da Província do Rio de Janeiro em 18 de junho de 1842, como conseqüência do movimento revolucionário liberal de São Paulo e Minas Gerais.
Em 29 de agosto desse mesmo ano, voltou a pertencer à Província de São
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Paulo, recebendo os foros de cidade em 24 de abril de 1856.
Em meados do século XIX, com a cultura cafeeira, Lorena atingiu sua fase mais próspera, exibindo riqueza nos sobrados que ainda hoje existem no município. Com a decadência do café, iniciou-se a fase de policultura em que a cana-de-açúcar e o arroz tiveram destaque.
O grande êxodo da população para o oeste paulista repercutiu em seu desenvolvimento, como no de outras cidades do Vale do Paraíba.
No entanto, a partir de 1925, com a chegada de famílias mineiras vindas da Serra da Mantiqueira e a transformação das velhas propriedades rurais em fazendas de gado, iniciou-se a fase pastoril do município.
As culturas foram praticamente abandonadas, substituídas pelas pastagens de capim-gordura, e a pecuária se constituiu na principal atividade econômica da população do município.
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Fonte: Fundação SEADE - 2006 |
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| Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade. |
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SOBRADO DO CONDE MOREIRA LIMA
Rua Viscondessa de Castro e Lima, 22
Processo: 00526/75
Tomb.: Res. de 10/10/75
D.O.: 11/10/75
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 108, p. 15, 11/10/1975
A origem de Lorena, antiga freguesia da Piedade, remonta ao século XVIII. Foi elevada à vila em 14/11/1788 por ordem do governador e capitão-general Bernardo José de Lorena e, em 24/4/1856, recebeu foros de cidade.
O sobrado foi construído em 1852 pelo pai de Joaquim José Moreira Lima Júnior, futuro conde Moreira Lima, um dos maiores produtores de café da região. Com a sua morte, o solar foi doado à Santa Casa de Misericórdia.
A construção do edifício, assobradado e de grandes proporções, foi feita em taipa de pilão e encontra-se implantado em uma esquina, nos alinhamentos frontais do lote. A sua planta é em “L”, definindo a área de jardim no terreno. Existe um grande terraço impermeabilizado sobre um trecho térreo do edifício. As fachadas, com elementos do ecletismo, trazem ainda na sua cobertura os beirais, típicos das construções mais antigas. |
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Fonte: Hilda R. Marucco |
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SOLAR DOS AZEVEDO
Praça Baronesa de Santa Eulália, 56
Processo: 24441/86
Tomb.: Res. SC 41 de 18/12/92
D.O.: 19/12/92
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 303, p. 76, 5/5/1993
O Solar dos Azevedo pertenceu originalmente ao comendador Antônio Clemente dos Santos e, posteriormente, a Rodrigues de Azevedo, homem de grande projeção social e política da cidade. Com o seu falecimento, o herdeiro Arnolfo Rodrigues de Azevedo (1868-1942) contratou, por volta de 1890, o arquiteto Ramos de Azevedo para realizar obras de reforma no imóvel, período em que também era responsável pela construção da Igreja Matriz, situada na mesma praça. Atualmente o solar é de propriedade do bispado de Lorena.
A construção em taipa de pilão e pau-a-pique, em estilo neoclássico, encontra-se implantada no alinhamento frontal do lote, geminada em uma de suas laterais e, na outra, recuada, por onde se dá o acesso ao interior do imóvel. Conta com um pavimento térreo e porão que na parte dos fundos é habitável.
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Fonte: Processo de Tombamento |
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Galeria |
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Bandeira |
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