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ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Lins (portuguesa): Começou sendo chamada de Santo Antônio do Campestre, em homenagem ao padroeiro da cidade, em 1890. Com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em 1908, recebeu a denominação de Albuquerque Lins em referência ao governador do Estado, Manoel Joaquim Albuquerque Lins. Foi emancipada em 21 de abril de 1920 e somente seis anos mais tarde passou a ser chamada de Lins.
 
 
 
 
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HISTÓRIA
 
 

No início do século XX, no local onde hoje está a cidade de Lins, havia um córrego conhecido por "Brumadinho", que ficava no meio do sertão. Depois de algum tempo, o córrego passou a se chamar "Douradinho" e finalmente "Campestre". Por isso, Lins nasceu com o nome de Douradinho, passou por Campestre, Santo Antonio do Campestre, Albuquerque Lins e finalmente Lins.

A cidade surgiu no cruzamento de uma trilha de índios localizada nas proximidades dos rios Tietê e Dourado e a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Os trilhos da estrada de ferro chegavam a região trazendo passageiros que iam para o Mato Grosso.

A passagem dos bandeirantes pelo local resultou no surgimento de um aglomerado de casas ao redor da Estação de Campestre. A maioria das moradias era de pau-a-pique, cobertas de zinco ou da própria vegetação local.

Desde 1906 o fazendeiro Manuel Francisco Ribeiro, que tinha grandes extensões de terra em São Sebastião de Pirajuí (hoje Pirajuí), já andava pela região atrás da caça e pesca. A partir de então, várias famílias se estabeleceram no local, fundando o patrimônio de Santo Antônio do Campestre.

Em 16 de fevereiro de 1908, o então Presidente da República, Afonso Penna, acompanhado do conde Paulo de Frontin (inspetor da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil) visitou a região para proceder a inauguração da vigésima seção da Estrada de Ferro

 

Noroeste do Brasil, compreendendo as Estações de Monjolo (Presidente Afonso Penna, hoje Cafelândia), a Estação de Hector Legrú (hoje Promissão), chegando até Miguel Calmon (hoje Avanhandava).

Por motivos imperiosos e alheios à sua vontade deixou de seguir viagem. Naquele mesmo dia 16 de fevereiro de 1908, a estação da via férrea, Km 152, recebeu o nome de "Albuquerque Lins" em homenagem ao Presidente da Província.

No ano de 1911 foram construídas as primeiras casas de tábua.

Em 1913 o cel. Joaquim de Toledo Piza e Almeida e sua esposa, Maria Augusta de Souza Piza, se estabeleceram no local. Foi doada pelo coronel uma gleba à Municipalidade de Bauru, anexa à Estação de Albuquerque Lins, para que se estabelecesse o núcleo de uma povoação. Criou-se o Distrito de Albuquerque Lins, transferido em 1914 para o município de Pirajuí.

Em 30 de dezembro de 1913, o doutor Carlos Augusto Pereira Guimarães, vice-presidente do Estado em exercício, promulgou a Lei Estadual n. 1408, criando o Distrito de Paz de Albuquerque Lins, com sede no povoado da estação do mesmo nome da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, no município de Bauru.

Tudo se passou muito rápido, era o fim da 1ª Guerra Mundial, e Lins apresentava grande progresso rumo a sua emancipação política, que se daria em 21 de abril de 1920.

 
Texto extraído do site: www.tvtem.globo.com
 
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