Twitter da Prefeitura de Itu|

 
 
ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Itu (tupi): Seu marco inicial foi uma capela erguida em 1610 pela família de Domingos Fernandes. Seu nome significa salto ou cascata e faz referências cachoeiras da região. Virou cidade em janeiro de 1885.
 

Itu é a Cidade dos Exageros. Confira!


Itu faz parte
do Roteiro dos Bandeirantes
,
do Roteiro Caipira e do Caminho do Sol.

Conheça aqui os roteiros do Estado!

Aeroporto de Itu - SDIU 
End.: Rodovia do Açucar, km.22
Itu - São Paulo - Brasil
Telefone: (11) 4024-1616 
 
 
DESTAQUE
 

ROTEIRO DOS BANDEIRANTES

Por Jarbas Favoretto*
 

Este é um agradável Roteiro Turístico. As Agências de Viagens especializadas em excursões para o Interior Paulista já realizam passeios por ali nos últimos 30 anos.
Por outro lado, também, é um roteiro verdadeiro, por onde os nossos Bandeirantes percorriam há quase 400 anos.
Enfim, não é um daqueles “roteiros” que andaram criando no papel, de onde, aliás, não vão sair nunca! Pois, o destino dos “roteiros” feitos por quem não sabe o que está fazendo, ou por aprendizes de feiticeiros, de nada irá adiantar! Andou servindo apenas para aumentar o rol de mentiras de certos “chefetes” que passaram por nosso Governo. (Isola!)
OS DESBRAVADORES
Através de denodo, bravura e determinação, os desbravadores Bandeirantes foram os homens que deram o formato que o Brasil tem atualmente,
Roteiro dos Bandeirantes é o traçado por onde os desbravadores iniciavam suas caminhadas, depois de partir do que chamavam de “a Vila de São Paulo de Piratininga”.
Vá até a cidade de Porto Feliz e visite o porto de onde os Bandeirantes partiam. Principalmente, o “Caçador de Esmeraldas” Fernão Dias Paes Leme e o “Anhanguera” Bartolomeu Bueno da Silva.
ANHEMBY E ARARITAGUABA
O importante rio Anhemby (hoje, chamado Tietê) era navegável a partir da cidade de Salto. Os índios chamavam o lugar de Araritaguaba, por isso puseram o nome de Porto de Araritaguaba (hoje, Porto Feliz).

 

As grandes expedições de descobrimento dos Bandeirantes partiam dali e, também, as Monções (estas eram expedições comerciais e científicas, e podiam ser particulares ou oficiais). Por tudo isso, os lugares por onde passavam e paravam os Bandeirantes deram origem a cidades que se tornaram referências histórico-culturais para todo Brasil.
Igualmente a museus, fazendas, trilhas e caminhos dignos de ser explorados por desbravadores atuais Os turistas que precisam descobrir “a terra em que nasceram, e onde cantam os sabiás”.
APROVEITANDO A HISTÓRIA
Você pode conhecer de perto várias etapas do que chamamos o “Roteiro dos Bandeirantes”. As cidades mais importantes, no caso, são Porto Feliz, Salto, Tietê, Santana de Parnaíba, Araçariguama, Itu, Cabreúva e Pirapora do Bom Jesus.
Para cada uma dessas cidades é muito pouco ter apenas um dia para curtir. Aproveite, pois, para se instalar num dos bons hotéis que existem na região. São vários e para todos os bolsos.
Consulte um Agente de Viagens. Você pode fazer o seu roteiro da maneira que resolver inventar e ele faz todas as reservas necessárias e não vai custar mais por isso. Mas, procure visitar tudo a respeito nessas belas páginas da nossa história.
E, quando chegar até você a oferta de uma excursão para o Roteiro dos Bandeirantes organizada por uma especializada Agência Operadora aproveite mesmo. Você, com certeza, irá até repetir a viagem para a essa mesma região várias outras vezes.

 
* Presidente da Amitur - Associação dos Municípios
de Interesse Cultural e Turístico
 

Serestas em Itu

Por Jarbas Favoretto*
 

Uma vez por mês, a Chácara do Rosário promove uma Noite de Seresta, com a presença de seresteiros, regada a aperitivos e muita cantoria. É uma ótima opção para quem gosta de fazer um programa típico do interior, com boa prosa, simplicidade e aconchego familiar.
O projeto foi idealizado por João Pacheco, ituano que trabalha com

 

Turismo Rural há anos e mora na própria Chácara do Rosário. O projeto cresceu e se consolidou como atração pitoresca da cidade.
O referido evento tem a participação de integrantes do Coral Vozes de Itu, em um cenário que traz viva a memória do tempo dos Bandeirantes. É uma receita perfeita. “- A idéia é exaltar duas importantes vertentes ituanas a música e o turismo”, afirma Pacheco.

 
* Presidente da Amitur - Associação dos Municípios
de Interesse Cultural e Turístico
 
 

Do café ao cafezinho. Em Itu você vive um delicioso e típico momento do Interior Paulista

Por Jarbas Favoretto*
 

Passear na Fazenda Sto. Antonio da Bela Vista, tem sabor especial É como percorrer todas as etapas que compõem o agronegócio café, desde a plantação até a degustação de um delicioso cafezinho.
O visitante já se encanta na entrada da fazenda, muito bem cuidada. Ao chegar é recepcionado pela proprietária e recebido com uma bela mesa onde é oferecido o café da manhã, com bolo de fubá, sequilhos, bolachinhas, pão caseiro, sucos e um café especial, com cheirinho e sabor inesquecíveis.

 

Em seguida começa o Tour do Café,com explicações desde a muda até o beneficiamento e a “torra” do café que é feita artesanalmente. Acabando o passeio, o visitante é recebido com torresmo, mandioca frita, caipirinha e o almoço típico de fazenda. Comidinha caseira.
O restante do dia o visitante escolhe entre tirar uma soneca numa rede, fazer um passeio na trilha ou visitar os pontos turísticos de Itu, e sempre uma boa prosa finalizando com um cafezinho. (11) 4023-1335.

 
* Presidente da Amitur - Associação dos Municípios
de Interesse Cultural e Turístico
 

CHÁCARA DO ROSÁRIO

Por Jarbas Favoretto*
 

Cavalgadas com a lua cheia ou noites de serestas em Itu são algumas das atrações da Chácara do Rosário, onde a sua sede, em arquitetura típica do período bandeirante, está completando 255 de existência, com a vantagem de estar a apenas 1,5 km do centro da cidade. Local ideal para se ouvir “causos”.

 

A propriedade, que se chamava Engenho Grande, foi uma das maiores produtoras de açúcar. Atualmente é aberta para grupos de turistas, para escolas, ou para sediar eventos. Mas, atenção: Sempre será preciso agendar as visitas, pois a reserva antecipada é obrigatória. Para outras informações: (11) 4023-0624. 

 
* Presidente da Amitur - Associação dos Municípios
de Interesse Cultural e Turístico
 
 

CULTURA POPULAR E A ERUDITA SE ENCONTRAM
NO FESTIVAL DE ARTES DE ITU

     

Criado em 1993, a partir da idéia do maestro Eleazar de Carvalho, o Festival de Artes de Itu nasceu sob o propósito de auxiliar na formação acadêmica de artistas das mais diversas áreas, ao mesmo tempo em que oferecia apresentações e eventos para a comunidade. O festival, que é promovido pelo Governo do Estado de São Paulo e pela Prefeitura da Estância Turística de Itu, acontece sempre no mês de julho.

A festa oferece oficinas, espetáculos e exposições. Quando foi criado, o evento se apoiava no binômio formação/apresentação com ênfase na musica erudita. Ao longo de mais de 10 anos de realização, o festival mudou seu perfil. A cultura popular brasileira foi ganhando seu espaço, até que em 2007 a Secretaria de Estado da Cultura sugeriu um novo e mais amplo projeto que dava ênfase à cultura popular, uma vez que o a música erudita já está muito bem representada no Festival de Inverno, em Campos do Jordão.

Violeiros de Obirici, Araras e Taboão da Serra se apresentaram no último dia do festival em 2008, no teatro do Quartel

A adoção da nova linha não busca distanciar o festival da formação acadêmica, nem mesmo o aproxima da manifestação informal. O termo popular é empregado para designar a “cultura produzida pelo povo brasileiro, no encontro de outras matrizes culturais, sobretudo a luso-européia, a indígena e a africana”. Parafraseando o departamento de comunicação da prefeitura de Itu.

Samba caipira com o grupo “Urucungos”, que se apresentou na segunda semana do festival em 2008

Pensando conforme o novo eixo adotado, que se volta para a cultura popular, o festival procura, inclusive, retratar o olhar da cultura erudita sobre a popular, apresentando a releitura e reinterpretação que a primeira faz sobre a última. O que torna a proposta da festa bastante original.

Em 2008, ocorreu a 15ª edição do Festival de Artes de Itu. O evento

 

aconteceu de 11 a 26 de julho, com atrações concentradas em duas áreas da cidade: o centro e a região do Pirapitingui. De acordo com a prefeitura, foram 36 atrações oferecidas gratuitamente que receberam um público estimado em 26 mil pessoas.

Espetáculo “Cico Poeira” apresentado no bairro Cidade Nova,a região do Pirapitingui

Álvaro Stella Cardoso, Secretário Municipal de Cultura de Itu, afirma que uma das maiores platéias foi registrada no show do sambista Almir Guineto: 15 mil pessoas compareceram ao bairro Cidade Nova. Atrás dele ficaram as apresentações que encerraram o evento: Demônios da Garoa e Marina de La Riva atraíram 4 mil pessoas.

Demônios da Garoa, que se apresentaram no último dia do evento, foram um dos recordistas de público

No dia 11 de julho, a Banda Sinfônica do Exército Brasileiro abriu a edição do evento sob a regência do maestro Benito. Lembrando que a direção musical do Festival de Artes de Itu ficou por conta do maestro e arranjador Chico de Moraes.

Banda Sinfônica do Exército Brasileiro abriu a 15ª edição do festival

Por fim, os organizadores afirmam que a festa de 2008 atendeu às expectativas. “O XV Festival de Artes de Itu atendeu plenamente todos os anseios dos organizadores, tanto no tocante à qualidade dos artistas participantes, quanto na presença de público”, declarou Álvaro Stella Cardoso.






Texto: Daniella Cornachione
Fotos: Daldon Junior/AI Pref de It
u

 
 
CURIOSIDADES
 
Aguardando histórias e curiosidades.
 
HISTÓRIA
 
 

Em 1960 foi construída uma capela em devoção a Nossa Senhora da Candelária, onde hoje é a cidade de Itu. Atualmente, no mesmo lugar que ficou a capela, fica a Igreja de Bom Jesus. Dia 2 de fevereiro é comemorado o aniversário da cidade, por ser o dia de Nossa Senhora da Candelária.

O povoado se formou ao redor dessa capela. Em 1653, a região foi elevada a Freguesia de Santana do Paranaíba. Em 1657, passou a vila contando com uma câmara municipal. Entre 1657 e 1750, a vila de Itu não passou de um pequeno núcleo, com menos de cem casas. A maioria dessas casas pertencia a fazendeiros.

Em 1760, já existiam 105 casas e mais uma rua chamada da Palma, atual rua das Andradas. Nessa época, Itu se firmou como entreposto de comércio na rota entre o sul do país e as regiões mineradoras de Mato Grosso e Goiás.

Em 1776, com o crescimento das lavouras da cana de açúcar e do algodão, a Vila cresceu, contando com 180 casas, tendo ainda as mesmas ruas de antes. Quem deu vida à localidade foram os artesãos, como sapateiros, ferreiros, carpinteiros, tecelões, costureiras e fiandeiras, que ocupavam 119 casas.

De 1785 a 1792, foram abertas as ruas que descem paralelas e seus

 

prolongamentos pelo lado da Igreja do Patrocínio.Em 1811, foi criada a Comarca de Itu.

Em 1842, por meio de uma lei provincial, a Vila de Itu foi elevada à cidade. Nessa ocasião, possuía cerca de oitocentas casas. A partir de 1850 e durante anos, Itu foi considerada a cidade mais rica da Província de São Paulo, com importante participação na vida política e econômica.

Em 1860, ocorreu uma crise no mercado internacional do açúcar. O plantio da cana entrou em decadência, causando um conflito entre os políticos e os fazendeiros ituanos e o Governo Imperial.

O açúcar foi gradativamente substituído pelo café. Com o aumento da produção cafeeira, os fazendeiros buscaram a vinda de imigrantes para substituir a mão-de-obra escrava. Com a ajuda do governo republicano, proclamado em 1889 vieram para Itu milhares de imigrantes, a maioria, italianos. A cidade possuía, nesta época, cerca de 1800 casas.

O café foi à base da economia do município até 1935. De 1935 a 1950, Itu quase não cresceu além da área já ocupada. A partir de 1950 novas indústrias se instalaram na cidade, principalmente as de cerâmicas.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.
 
HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   

CENTRO HISTÓRICO

Centro
Processo: 26907/89    
Tomb: Res. SC 85 de 6/11/03    
D.O. 7/11/03
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 343, pp. 89 à 91, 13/9/2004

Em 1610, Domingos Fernandes, juntamente com seu genro Cristóvão Diniz, construiu  a Capela de Nossa Senhora da Candelária, onde atualmente encontra-se a Igreja do Bom Jesus. Até meados do século XVIII, a Vila de Itu era um pequeno núcleo formado por pouco mais de 100 casas e uma pequena rua denominada da Palma. Ao atingir o final desse século, propiciada principalmente pela lavoura e exportação do açúcar, o crescimento da pequena vila é notável. Novas ruas são delineadas e multiplicam-se os números de edificações na cidade.

A conformação da ocupação do território, definida no período de 1850 a 1900, constitui-se no perímetro do atual Centro Histórico, cujo tombamento atinge aproximadamente 240 imóveis de diferentes tipologias, construídos a partir do século XVIII.

Fonte: Arquivo Condephaat

EDIFÍCIO DA FÁBRICA DE TECIDOS SÃO LUÍS

Rua Paula Souza, 492
Processo: 22338/82     
Tomb.: Res. 21 de 15/12/83     
D.O.: 16/12/83
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 212, p. 59, 28/12/1983

A Fábrica São Luís, fundada em 1869, figura como a primeira tecelagem a funcionar no Estado de São Paulo e a utilizar a energia a vapor. Surgiu por iniciativa de um grupo de fazendeiros de café e algodão, entre eles, o coronel Antonio Luís de Anhaia e o capitão Antonio Paes de Barros. Em 1888, após passar por diversos proprietários, a fábrica foi adquirida pela família Pacheco Jordão e desativada em 29/9/1982.

A edificação, assobradada em alvenaria de tijolos, foi construída em duas etapas, com pequenos acréscimos posteriores. Na primeira, de 1869, o tratamento da fachada é convencional e simplificado, com janelas de vergas retas, em madeira e vidro. Na segunda etapa, de 1895, apresenta janelas de vergas em arco pleno, além da introdução de linhas horizontais salientes em argamassa, definindo os pavimentos, e outras, na parte superior das janelas, valorizando-as.

Fonte: Maria Auxiliadora Guzzo de Decca

IGREJA E CONVENTO DE NOSSA SENHORA DO CARMO

Praça da Independência
Processo: 22058/82      T
omb.: ex-officio em 12/5/82
Tomb.: Iphan em 21/6/67
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 53, p. 3, 24/6/1971

A construção do Convento de Nossa Senhora do Carmo se deu por volta da metade do século XVIII e, a da sua igreja, entre os anos de 1776 e 1782, tendo sido as obras realizadas pelos escravos.

Do Rio de Janeiro vieram sete imagens, das quais seis foram introduzidas em altares especialmente construídos para este fim pelo padre João Leite Ferraz. Em 1839 construiu-se uma capela para abrigar os jazigos destinados aos membros da Ordem Terceira. Uma reforma realizada no Convento, algum tempo depois, proveu-o de mais jazigos e acrescentou-lhe áreas de jardins.

Entre 1872 e 1917, os carmelitas deixaram este estabelecimento que ficou sob os cuidados de membros da Ordem Terceira, que o mantiveram conservado.

O conjunto passou ao longo do tempo por diversas reformas. Uma delas aconteceu quando da volta dos carmelitas, em que, na igreja, foram introduzidas sacadas, o nicho do altar-mor foi alterado e as pinturas do teto da capela-mor, executadas pelo padre Jesuíno de Monte Carmelo, restauradas.

Fonte: Julita Scarano

IGREJA DO SENHOR BOM JESUS

Praça Padre Anchieta
Processo: 16765/70     
Tomb.: Res. SC 31 de 30/6/88    
D.O.: 1/7/88
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 281, p. 72, 18/7/1988

A primeira povoação que deu origem à cidade de Itu, fundada por Domingos Fernandes, por volta de 1610, desenvolveu-se ao redor da Igreja do Senhor Bom Jesus, originalmente Capela de Nossa Senhora da Candelária. Recebeu provisão no ano de 1644 e, em 1653, foi elevada à categoria de Capela Curada. Quatro anos depois tornou-se  paróquia, subordinada à de Parnaíba.

O edifício começou a sofrer transformações arquitetônicas praticamente a partir da conclusão das suas obras. Entre os anos de 1763 e 1769, foi reconstruída e acrescida de um sobrado lateral para zeladoria. Por volta de 1828, seu frontispício, com campanário, foi substituído por outro em estilo neoclássico, sem torre. Apesar de manter algumas características barrocas, são as neoclássicas que se sobressaem. Em seu interior, destaca-se o rico trabalho em talha no retábulo da capela-mor.

Fonte: Maria A. G. de Decca e Dalva Abrantes

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CANDELÁRIA

Praça Padre Miguel
Processo: 00351/73    
Tomb.: ex-officio em 4/8/82
Tomb.: Iphan em 26/12/38
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 271, p. 70, 25/3/1987

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária foi inaugurada em 1780, sob a mesma invocação da capela demolida. Na inauguração, a igreja recebeu a imagem de Nossa Senhora da Candelária que pertencia à referida capela.

Em seu interior, o teto e o douramento primitivos foram feitos por José Patrício da Silva, que de Santos levou para Itu seu auxiliar e aprendiz Jesuíno Francisco de Paula Gusmão, conhecido como frei Jesuíno do Monte Carmelo, que pintou as paredes da capela-mor. Os detalhes dos altares foram feitos pelo imaginário Guilherme, da Paraíba.

Os alicerces e paredes são em saibro com pedregulhos pilados, existindo grossas peças de madeira em seu interior. A fachada foi concluída apenas em 1831, com a introdução da torre e seus sinos e, ainda, o seu adro, com a respectiva escadaria. Posteriormente, no final do século XIX, o seu frontispício foi reformado pelo arquiteto Ramos de Azevedo.

Fonte: Processo de Tombamento

MUSEU REPUBLICANO CONVENÇÃO DE ITU

Rua Barão do Itaim, 67
Processo: 00352/73     
Tomb.: ex-officio em 13/10/80
Tomb.: Iphan em 27/4/67
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 137, p. 25, 29/5/1981

O surto de construções residenciais na cidade de Itu se deu em meados do século passado, sendo desta época a atual sede do Museu Republicano. Este edifício foi construído para uso residencial, provavelmente em 1867, por José Vasconcellos de Almeida Prado, rico fazendeiro de café.

Constitui-se em exemplar de importância arquitetônica e histórica. Esta última, em decorrência da realização da primeira reunião republicana, em 1873, conhecida como Convenção de Itu, de grande repercussão nacional, fato que motivou a instalação do museu no edifício, em 1923.

O imóvel reflete o gosto da época na utilização do estilo neoclássico tanto no jardim em estilo francês, nos fundos do lote, quanto em sua fachada,  com as vergas retas das janelas do pavimento térreo e as janelas balcão do pavimento superior. Ainda em relação à fachada, destaca-se a platibanda, adornada com louças e azulejos.

Fonte: Arquivo condephaat

PEDREIRA DE VARVITOS

Bairro Alto
Processo: 09884/69     
Tomb.: Res. de 18/3/74     
D.O.: 19/4/74
Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico:
Inscrição nº 1, p. 4, 21/3/1974

O varvito é uma rocha de origem sedimentar glacial ou lacustre, composta por uma sucessão de camadas argilosas e siltosas, de coloração diferenciada ligada à variação sazonal. Sua estrutura indica uma ritmicidade entre siltitos cinza claros e folhelhos mais escuros, com maior porcentagem de matéria orgânica, resultado da oscilação entre épocas frias e quentes.

Os varvitos de Itu, localizados na Chácara da Pedreira, são característicos da formação Itararé, Grupo Tubarão, formados entre o período carbonífero superior e o permiano médio, de 270 a 350 milhões de anos.

As camadas delgadas se alternam em espessuras que variam desde poucos milímetros a vários centímetros, tornando o varvito um tipo de rocha de beleza original, muito utilizado como revestimento de piso em residências.

A área tombada corresponde a uma antiga pedreira desativada, de onde era extraída a rocha.

Fonte: Processo de Tombamento
 
 
 
Galeria
Conheça a cidade
por suas imagens!
 
 
Publicidade
 
 
linha
 
Bandeira
 
 
Brasão