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ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Ilhabela (portuguesa): Em 03 de setembro de 1805, o capitão-geral e governador da província de São Paulo, Antônio José de França e Horta, batizou o povoado de Vila Bella da Princesa em homenagem Princesa da Beira (região de Portugal). Em 1938, o município passou a se chamar Formosa, por causa da sua beleza. Em 1944, quando da fixação da divisão territorial do município, ele passou definitivamente a Ilhabela.
 

Esta cidade faz parte do Vale do Paraíba.
São centenas de pontos turísticos.
Saiba mais...


Ilhabela faz parte
do Circuito do Litoral Norte
e da Rota da Liberdade.


Conheça aqui os roteiros do Estado!

Foto: Praia do Perequê / www.litoralvirtual.com.br

 
DESTAQUE
 

Aguardando matérias e pautas.

 
 
CURIOSIDADES
 
Parque Estadual de Ilhabela

Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, tem 83% de sua área coberta por Mata Atlântica. O Parque Estadual de Ilhabela é abrigo de uma rica biodiversidade, que reúne mais de 800 espécies de aves, 180 de anfíbios e 131 de mamíferos. A área é preservada, e integra a rede de Unidades de Conservação, administrada pela Secretaria do Meio Ambiente por meio do Instituto Florestal.

Criado em 1977, o parque tem mais de 27 mil hectares e é aberto para visitas, desde que agendadas. O passeio inclui trilhas, cachoeiras, piscinas naturais e a paisagem verde, um espetáculo à parte.

Vivem dentro da área 22 comunidades caiçaras, diferentes pela cultura e pelo modo de viver de quem está do lado de fora do parque. Mantendo-se por meio da pesca e da agricultura, os moradores possuem língua, costumes e valores próprios.

O endereço da sede administrativa do Parque é Rua do Morro da Cruz, 608 - Bairro do Itaguaçú. As visitas devem ser agendadas pelo telefone (12) 38962660.
 
HISTÓRIA
 
 

Em 1532, foi iniciada uma povoação pelos membros da expedição de Martim Afonso de Souza na então Ilha de São Sebastião, que já havia sido visitada por Américo Vespúcio trinta anos antes.

A primeira sesmaria na ilha, cedida a Diogo de Unhate, foi instalada em 1602. Graças à prosperidade promovida pela multiplicação de engenhos de açúcar e à necessidade de controle dos contrabandos na região, a freguesia de Nossa Senhora da Ajuda e Bom Sucesso tornou-se vila em 3 de setembro de 1805, recebendo o nome de Vila Bela da Princesa, autônoma da Vila de São Sebastião, no continente.

Sua economia, assim como a da cidade de São Sebastião com a qual

 

sempre manteve ligação estreita, baseava- se, inicialmente, no cultivo do anil, depois da cana-de-açúcar e de cereais, que foram substituídos pelo café no século XIX.

A vila foi reconduzida à categoria de distrito, sendo novamente incorporada ao município de São Sebastião em 21 de maio de 1934. Nesse mesmo ano, no dia 5 de setembro, adquiriu autonomia municipal, recebendo a denominação de Vila Bela.

O nome do município sofreu mais duas alterações: para Formosa, em 4 de maio de 1940 e, finalmente, para Ilhabela, em 30 de novembro de 1944.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.
 
HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   

CADEIA E FÓRUM

Praça Coronel Julião, 40
Processo: 41784/01       
Tomb.: Res. SC 48 de 31/8/01   
D.O.: 7/9/01
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 329, pp. 83 e 84, 28/9/2001

Em 23 de Janeiro de 1809, a freguesia de Nossa Senhora da Ajuda e do Bom Sucesso elevou-se à Vila Bela da Princesa e, em 1901, à categoria de cidade com a denominação de Formosa. Foi somente em 1944, quando se tornou município, que recebeu o nome de Ilhabela.

Até o final do século XIX, a câmara e cadeia de Ilhabela encontravam-se instaladas em um único edifício, prática comum até então. Essas prisões que muitas vezes se constituíam de duas celas insalubres e inseguras, tornaram-se insuficientes para atender à demanda. Com o advento da república, o governo determinou a construção de edifícios com uso concomitante de cadeia e fórum, passando as câmaras a funcionarem isoladamente.

O projeto do edifício da Cadeia e Fórum de Ilhabela, concluído em 1913, é de autoria do projetista G. B. Maroni da Secretaria de Viação e Obras Públicas, em estilo eclético. No pavimento térreo funcionava a cadeia e, no superior, o fórum com salas reservadas ao juiz, testemunhas e tribunal de júri, incluindo um ambiente de votação secreta. Após a desativação dos usos originais, o edifício abrigou outras instituições e, atualmente, o andar térreo é ocupado pela Delegacia de Trânsito – Ciretran.

Fonte: Processo de Tombamento / Condephaat • 2007

SEDE DA FAZENDA ENGENHO D'ÁGUA

Processo: 00348/73       
Tomb.: ex-officio em 4/6/79
Tomb.: Iphan em 22/10/51
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 120, p. 20, 3/7/1979

A Fazenda Engenho d'Água teve como denominação oficial Fazenda São Matias. Construída no período da produção açucareira do litoral, em meados do século XVIII, apresenta um partido em que na mesma edificação encontram-se reunidos os usos de residência e de trabalho.

Este tipo de implantação difere daquele comumente adotado nas sedes de fazenda do Nordeste, onde a casa-grande era utilizada exclusivamente como habitação, funcionando em outro edifício o engenho.

Com o surto do café no Vale do Paraíba, no século XIX, tentou-se o seu cultivo na fazenda, tendo sido o imóvel adaptado para este propósito.

A técnica construtiva utilizada é mista: no pavimento térreo a alvenaria é de pedra e, no superior, divisórias de pau-a-pique e pilares de pedra. O telhado possui diversas águas, com longos beirais, refletindo o partido orgânico da construção. Existem duas entradas: a principal, com acesso à sala de visitas e uma outra, aos demais cômodos, localizada no alpendre.

Fonte: Processo de Tombamento / Condephaat • 2007
 
 
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