ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Guarujá (tupi): Viveiro de guarus, que é um peixe de água doce, ou, ainda, viveiro de sapos. A Ilha de Santo Amaro, que abriga o município de Guarujá e o distrito de Vicente de Carvalho, foi doado pelo rei de Portugal, Dom João III, em 1534, a Pero Lopes de Souza. Aos poucos Guaibe, Guaibê ou Guaru-ya como chamavam os indígenas e graças ao sotaque lusitano, tornou-se Guarujá. Em 1931, Guarujá foi integrado ao município de Santos, situação que durou até 30 de junho de 1934, com sua emancipação.
 

Guarujá é considerada A Pérola do Atlântico. Confira!


Guarujá faz parte do
Circuito da Costa da Mata Atlântica.


Conheça aqui os roteiros do Estado!

 
DESTAQUE
 

As praias de Guarujá

Por Jarbas Favoretto*
 

Além das já citadas, as praias urbanizadas do Guarujá são Guaiúba, Santa Cruz dos Navegantes, Perequê, Mar Casado, São Pedro e Iporanga. Há, também, as praias ideais para prática de surf, com ondas de até 3 metros de altura (Pernambuco e Tombo).
As praias selvagens são acessadas por trilhas ou barcos e frequentadas por banhistas mais aventureiros. São

 

elas Congava (pequena praia com águas calmas e claras, para mergulhos); Praia Saco do Major (deserta e cercada por morros, de ondas fortes, com acesso por uma trilha iniciada no bairro Santa Cruz dos Navegantes); Praia do Góes (pitoresca prainha onde primeiro fundeou Martim Afonso), e há várias outras.


Acqua Mundo é omaior aquário da América Latina, está no Guarujá. - Foto de Miguel Schincariol
 
* Presidente da Amitur - Associação dos Municípios
de Interesse Cultural e Turístico

O MAIOR AQUÁRIO DA AMÉRICA DO SUL

     

Inaugurado em 22 de dezembro do ano 2000, na praia da Enseada, Guarujá, o Acqua Mundo é o maior aquário da América do Sul. Com uma área de 5.775m² e 1.446.560 litros de água, sua infra-estrutura pode atender a até 4000 pessoas/dia e custou 7,5 milhões de reais.

Fruto de investimentos de empresários de visão, o aquário é um empreendimento privado, que não possui vínculos municipais, estaduais ou federais. Seu complexo possui 49 recintos, estando entre eles, ambientes de água doce, salgada, aquaterrários e terrários, onde são expostas diferentes espécies de animais aquáticos, estando entre eles os tubarões, raias, ouriços, estrelas-do-mar, pingüins, peixes de água doce e salgada, tartarugas, lagartos, jacarés, serpentes e um simpático lobo-marinho. A soma de invertebrados, peixes de água doce e salgada, aves e mamíferos totaliza 235 espécies, ao todo há 8 mil animais em exposição.

Filhote de tubarão bambu.

Atrativos

Privilegiando educação, pesquisa e lazer, o Acqua Mundo tem como diferencial a oferta de atividades variadas, não se limitando a simples visitação. Para facilitar a identificação e ressaltar curiosidades, há painéis explicativos dispostos ao longo dos corredores e sobre os tanques, abordando de forma didática animais e ambientes expostos, eventuais dúvidas podem ser solucionadas por qualquer um dos monitores de biologia, treinados, dispersos por todo o complexo atendendo os visitantes.

Com tanques que se assemelham a ambientes como o de manguezal, costão rochoso, recife de coral, floresta amazônica inundada, pantanal mato-grossense e praia arenosa, sendo cada recinto uma réplica do habitat natural das espécies ali contidas, os animais têm comportamento bastante natural, o que favorece estudos e pesquisas. Além da possibilidade de visualizar os animais através dos vidros há um Tanque de Contato, onde os visitantes podem tocar em alguns exemplares de ouriços, estrelas-do-mar e filhotes de tubarão.

Mandíbula de Baleia de Bryde.

Educação

Crendo que a vivência seja a melhor forma de compreender conteúdos e armazenar informações o aquário conta com o Programa de Educação Ambiental - PEA, que tem como filosofia o conhecimento científico de alto nível, utilizando a forma didática e lúdica. O programa trabalha sob o agendamento de grupos estando entre eles terceira idade, deficientes visuais e escolares. Nele temáticas, escolhidas a dedo, são constantemente abordadas através de atividades de campo, laboratório ou até mesmo visitas dirigidas e passeios costeiros.

Os pacotes possíveis são basicamente: visitação + vídeo, visitação + vídeo + palestra e visitação + vídeo + palestra + visita a campo, sendo a visita de campo a escolher.

 
As opções de visitas são: a visualização da Mata Atlântica, costão rochoso, mangue e pontos históricos do Canal de Bertioga ou trilhas ecológicas pela Fortaleza da Barra, Ruínas da Ermida do Guaibê, Armação das Baleias e Prainha Branca.

Os grupos ainda contam com um auditório, com capacidade de 90 pessoas, onde são programadas sessões de filmes científicos dirigidos, de acordo com o interesse de cada um dos grupos e o Setor Educativo, com uma sala de aula, para 45 alunos e uma biblioteca técnica, para pesquisa e trabalhos escolares.

(Os passeios em grupo, com as atividades citadas acima, devem ser previamente agendados.)


Fachada do Aquário.

Atividades extras

Alimentação de animais: É possível participar da alimentação de alguns dos animais todos os dias. As alimentações ocorrem em horários específicos, sendo possível assisti-las em recintos como o Amazônia, Oceano, Pingüins e Lobo-marinho.

(Os horários variam e podem ser confirmados com os funcionários do aquário.)

Mergulho Interativo: Em parceria com a operadora de mergulho Mar Sub, o aquário tem oferecido aos visitantes a experiência interativa de mergulhar com os tubarões no tanque Oceânico. A aventura dura em média 40 minutos e acontecem de terça a domingo às 13h, durante o horário de alimentação dos peixes do recinto que chegam a comer diretamente das mãos dos mergulhadores.

Não é necessário saber mergulhar, caso o interessado não possua a Carteira Internacional de Mergulho Autônomo, ele passará por um treinamento, Dive Camp, que o habilitará a imergir no recinto, com a assistência de um dive master.

(A atividade deve ser agendada com três dias de antecedência, apenas maiores de 12 anos podem mergulhar.)

Eventos

Convenções e Palestras: O Acqua Mundo disponibiliza espaço para convenções e palestras.

Mini-Acampacqua: Grupos infantis podem passar uma noite de pura diversão no Acqua Mundo, sob a coordenação de monitores e eventuais adultos do grupo.

Aniversário no Fundo do Mar: As crianças podem comemorar suas festas de aniversário no aquário, sob os cuidados de monitores.

(Os eventos devem ser agendados com antecedência)    

Links para saber mais:

Acqua Mundo  

Av. Miguel Estéfano, 2001
Enseada - Guarujá - SP
Telefone: (13) 3351.8867


Texto: Heloísa Gonçalves Pinto
Fotos: Andréia Nery
 
 
CURIOSIDADES
 
Aguardando histórias e curiosidades.
 
HISTÓRIA
 
 

A origem de Guarujá (em tupiguarani, “viveiro de guarus”, “peixe de água doce”) remonta a 1534, com a doação, pelo rei de Portugal D. João III a Pero Lopes de Souza, de uma ilha denominada pelos índios de Guaibê, ou Guaimbê, a “ilha do sol”, posteriormente chamada de Ilha de Santo Amaro.

A fixação de colonos em suas terras foi, inicialmente, prejudicada por sua conformação montanhosa e proximidade de outros núcleos mais importantes. Apesar disso, a Ilha de Santo Amaro sempre desempenhou papel estratégico no sistema de defesa da baixada santista.

Em 1584, iniciou-se a construção da fortaleza da Barra Grande, no extremo sul da ilha. São de 1660 as primeiras referências à fortaleza de Itapema, localizada no bairro atual de Vicente de Carvalho.

Já o Forte de São Felipe, construído no extremo norte da ilha, na Ponta da Armação, para cruzar fogo com o forte São João da Bertioga, datava de 1552. E foi palco da aventura do artilheiro alemão Hans Staden, prisioneiro dos índios tamoios.

 

E foi palco da aventura do artilheiro alemão Hans Staden, prisioneiro dos índios tamoios.

Todos os três fortes foram sendo reformulados ao longo dos anos e, de todos, restaram vestígios importantes. No entanto, somente nas primeiras décadas do século XX, a cidade de Guarujá passou a se desenvolver como vila balneária, época em que Elias Fausto Pacheco Jordão mandou vir da Geórgia, Estados Unidos, 46 chalés de madeira desmontados, iniciando a construção de um hotel, uma igreja e um cassino.

Tornou-se distrito do município de Santos em 26 de outubro de 1922 e, em 30 de dezembro de 1926, foi criada a prefeitura sanitária de Guarujá, extinta cinco anos depois pelo então interventor federal no Estado de São Paulo.

Guarujá foi reconduzida à condição de distrito de Santos em 23 de janeiro de 1931 e só retomou sua autonomia em 30 de junho de 1934, quando foi reconhecida oficialmente como estância balneária.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.
 
HINO

 

Guarujá, nossa gleba querida 
jardim feito de encanto e de sol. 
Pulsa em ti, a beleza da vida 
entre os vivos clarões do arrebol.

Tuas praias de linda brancura 
São recantos de amor e de paz,
onde o céu azulado procura, 
Repousar em manhãs estivais.

Simbolizam teus fortes em ruínas
os civismos que à pátria tu ensinas, 
Pois neles há troféus de glória 
honrando a história de Guarujá.

És para nós a pérola do atlântico,
espelho do Brasil, lindo e romântico. 
Primor de artista; jóia fagueira, à Beira-Mar, 
Não há turista que não queira te adorar.

Música: Olavo E. Pinheiro
Letra: Aristeu Bulhões

 
Bandeira
 
Brasão
BENS TOMBADOS
   
 

ERMIDA DE SANTO ANTÔNIO DE GUAÍBE

Ermida de Santo Antônio de Guaíbe
Canal de Bertioga – Próximo da Balsa Guarujá-Bertioga
Processo: 20075/76  
Tomb.: Res. de 9/12/77
D.O.: 10/12/77
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 123, p. 21, 3/7/1979


Em 1766, o governador Luiz Antônio de Souza Botelho e Mourão, o Morgado de Mateus, ordenou o embargo das obras da Capela de Santo Antônio de Guaíbe “por ser em prejuízo da Fazenda de S. Majestade”.

 No final do século XVIII, as obras foram reiniciadas e concluídas pelo administrador da Armação das Baleias, Francisco José da Fonseca.

Em ruínas, em meio a uma densa vegetação, é perceptível a sua técnica construtiva, em alvenaria de pedra e argamassa, muito comum às construções do litoral brasileiro. Em situação idêntica encontra-se a Fortaleza de São Felipe, patrimônio localizado muito próximo à ermida.

Fonte: Victor Hugo Mori / Condephaat • 2007

FORTALEZA DE ITAPEMA, FAROL E ANEXOS

Vicente de Carvalho
Processo: 20139/76    
Tomb.: Res. 21 de 30/4/82    
D.O.: 5/5/82
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 172, p. 40, 25/5/1982


As primeiras referências à Fortaleza de Itapema datam de 1660, tendo recebido diferentes denominações ao longo de sua história, entre elas, Forte do Pinhão e Fortaleza Santa Cruz de Itapema ou Vera Cruz do Itapema. A atual foi projetada pelo brigadeiro Silva Paes no século XVIII e sofreu diversas reformas no decorrer do tempo. Teve como prováveis responsáveis pela obra os descendentes de Jorge Ferreira que, por sua vez, era genro de João Ramalho, proprietário das terras em que se localiza o imóvel.

Como é típico na arquitetura dos fortes, uma muralha em pedra envolve toda a área, criando um grande pátio, no qual encontra-se uma pequena construção em que se guardavam carretas e outros equipamentos, além do mirante. Em pontos estratégicos da muralha, localizam-se as guaritas.

Fonte: Kátia Maria Abud / Condephaat • 2007

FORTALEZA DE SÃO FELIPE

Extremo norte da Ilha de Santo Amaro
Processo: 00347/73    
Tomb.: ex-officio em 5/5/80
Tomb.: Iphan em 31/10/65
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 87, p. 10, 23/9/1974


Em 1904, Euclides da Cunha visitou o canal de Bertioga e relatou, por engano, que uma das fortalezas era a de São Felipe, “reduto secular de Hans Staden”. Por esta razão as ruínas passaram a ter esta denominação e serem confundidas como quinhentista. O forte a que se refere o jornalista e escritor foi edificado em 1557 por Jorge Ferreira, capitão mor da Capitania, e desapareceu sem deixar vestígios em conseqüência do abandono a que ficou relegado durante todo o século XVII.

A fortaleza, tal qual hoje se apresenta, foi construída em 1765, em local estratégico, por ordem do governador da Província, Morgado de Mateus, com a denominação de Forte de São Luiz.

Em 1860, o comandante José Olinto de Carvalho teceu elogios à Fortaleza de S. Luiz, apesar de inacabada e servir de Casa de Pólvora.

Atualmente, o seu estado de conservação é precário e, em ruínas, subsistem muralhas, as bases das guaritas, muros e pisos em pedras.


Fonte: Victor Hugo Mori / Condephaat • 2007

FORTE DA BARRA GRANDE

Extremo sul da Ilha de Santo Amaro
Processo: 00346/73       
Tomb.: ex-officio em 5/5/80
Tomb.: Iphan em 23/4/64
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 19, p. 2, 27/4/1971


Por volta de 1580, iniciava-se a construção do Forte da Barra Grande, objetivando a defesa da área contra os ataques constantes dos índios e piratas. A Ilha de Santo Amaro já contava, por esta época, com uma pequena povoação, em terras de propriedade de Jorge Ferreira, obtidas através de sesmarias concedidas por Martim Afonso de Souza.

No início do século XVII foi dado ao forte o uso de presídio político, ocasião em que se construiu uma capela cujas obras estiveram a cargo de José Rodrigues, mestre de campo e governador da Praça de Santos.

No local da primitiva edificação, João Massé construiu outra, em 1723, quando foi governador da província o capitão-general Rodrigo César de Meneses. Passou por reformas e esteve funcionando até 1911, quando foi desativada. Posteriormente, suas baterias foram removidas e instaladas no Forte de Itaipu, na Barra Grande, transformando-se em depósito para a guarda de materiais diversos, entre os quais, a pólvora. Foi restaurado pelo Iphan e reaberto ao público em 1999.

Fonte: Heloísa Barbosa da Silva / Condephaat • 2007

MORRO DO BOTELHO

Bairro da Barra Funda
Processo: 22694/83      
Tomb.: Res. 15 de 1/8/84     
D.O.: 2/8/84
Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico:
Inscrição nº 15, p. 304, 8/9/1986


O Morro do Botelho faz parte de um conjunto de maciços e serras cristalinas (rochas granitóides) que, embora não constituam setores contínuos às escarpas da Serra do Mar, são dominados por processos de evolução de relevo semelhantes.

Chegando a um desnível de 160 m em relação à planície e coberto por mata pluvial de encosta, o Morro do Botelho se sobressai na paisagem urbana do Guarujá como fato natural marcante e de grande expressividade. No sopé do Morro,  bairro da Barra Funda, destaca-se a presença de um manancial conhecido como Biquinha.

Como características físicas importantes destes setores cristalinos podem ser arroladas as altas declividades das encostas, os espessos horizontes de atuação e os depósitos de tálus, nos sopés, em contato com a planície arenosa e a rica rede de drenagem. A cobertura florestal nativa da Mata Atlântica garante a proteção ao solo e aos cursos d'água, atenuando os processos erosivos e escorregamentos, além de constituir abrigo à rica fauna remanescente do ecossistema insular.

A área tombada situa-se entre as coordenadas UTM 7.347,50-7.345,00 kmN e
372,00-371,00 kmE.

Fonte: Processo de Tombamento / Condephaat • 2007

MORROS DO MONDUBA, DO PINTO E DO ICANHEMA

Praia do Guaiúba
Processo: 20650/78       
Tomb.: Res. 66 de 10/12/85     
D.O.: 11/12/85
Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico:
Inscrição nº 17, p. 305, 8/9/1986

Além do Morro do Botelho, outros maciços e morros isolados do município do Guarujá merecem destaque, como é o caso do Icanhema ou Ponta Rasa, Pinto ou Toca do Índio e Monduba. No conjunto, denotam expressividade e destaque à paisagem urbana litorânea, quer pela densa vegetação nativa que os recobre do topo até a base, quer pelas suas características físicas como as vertentes íngremes, os topos alongados e o desnível topográfico, de quase 200 m, em relação à planície arenosa.

O Morro do Icanhema, mais a oeste, constitui, junto com os Morros da Barra e dos Limões, um mesmo compartimento geomorfológico, separado dos Morros do Pinto e do Monduba pela Praia do Guaiúba, praticamente único trecho urbano a manter contato direto com estes ecossistemas. Isolados pela extensa área de mangues, ao norte, e pelo litoral, ao sul, estes morros funcionam como importante abrigo à rica fauna atlântica.

A área tombada situa-se entre as coordenadas UTM 7.345,00-7.340,00 kmN e 370,00-366,00 kmE.

Fonte: Processo de Tombamento / Condephaat • 2007

SERRA DO GUARARU E VILA DA PRAINHA BRANCA

Processo: 26632/88      
Tomb.: Res. 48 de 18/12/92     
D.O.: 19/12/92
Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico:
Inscrição nº 26, pp. 307 e 308, 24/6/1993


Com uma área aproximada de 2.100 ha, a Serra do Guararu representa uma das últimas porções de dimensões significativas de Mata Atlântica, em bom estado de conservação, na planície costeira do litoral central.

Constituída quase que totalmente por morros cristalinos (migmatitos-granitos), com amplitudes topográficas em torno de 240 a 320 m, declividades médias das encostas superiores de 30 a 45%, e perfis variando de convexos a retilíneos, a área destaca-se pela alta fragilidade e suscetibilidade a movimentos rápidos e intensos de ruptura do equilíbrio geo-ecológico, sobretudo quando da intervenção antrópica extensiva e desordenada.

A cobertura vegetal predominante da Mata Atlântica cumpre um papel fundamental de proteção à frágil estabilidade das encostas, atenuando a ação do escoamento superficial, dos processos erosivos e dos movimentos de massa.

Faz parte também deste tombamento a Vila da Prainha Branca, por abrigar elementos culturais representativos das comunidades caiçaras.

A área tombada inclui todo o setor serrano orientado no sentido SW-NE, situado entre as coordenadas UTM 7.353,68-7.360,75 kmN e 380,08-383,70 kmE.

Fonte: Processo de Tombamento
 
 
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