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ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Embu (tupi): A aldeia de M’Boi surgiu em 1554, fundada por padres jesuítas. Em 1607, as terras passaram para Fernão Dias Paes Leme, que, em 1624, as doou para um colégio católico. M’Boi, uma grande cobra, teria matado um jesuíta, segundo a lenda. Hoje é conhecida como Embu das Artes.
 

Embu faz parte do
Circuito Taipa de Pilão
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DESTAQUE
 
 
EMBU DAS ARTES
     

Conhecida como Embu das Artes, a cidade que fica a menos de 30 km da capital possui muitos motivos para ter tal qualificação. Ainda em 1920, o município passou a receber inúmeros artistas que possibilitam sua posição de destaque no cenário.

Conhecida como Embu das Artes, a cidade congrega artistas do país todo

Para exibir o trabalho dos artistas locais, são promovidos diversos eventos de cunho cultural. O mais freqüente deles é a Feira de Artes e Artesanato, que desde 1969 acontece na região central de Embu, nas proximidades da Igreja Matriz, durante os finais de semana e feriados.

Passeio pelas ruas da cidade nos finais de semana proporciona encontro com a arte

A feira completa 40 anos em 2009 e cresceu tanto que ocupa quase todas as ruas do Centro Histórico da cidade.

A feira conta com cerca de 600 expositores que exibem trabalhos em

 
A produção de arte na cidade é diversificada

artesanato, obras de arte e também “industrianato” – termo utilizado pelos artistas para designar produtos semi-industrializados, que misturam trabalho manual ao industrial.

Artesanato

Os visitantes que procuram a Estância Turística de Embu, atraídos pelo potencial artístico, contam com dezenas de ateliês. Além deles, galerias de arte, lojas de móveis rústicos, antiquários e restaurantes completam o passeio. Lembrando que a produção cultural da cidade se destaca não só nas artes plásticas, bem como na dança, teatro, poesia, música e manifestações folclóricas.



Texto: Daniella Cornachione
Fotos: Cristiane Monteiro

 
 
CURIOSIDADES
 
Aguardando histórias e curiosidades.
 
HISTÓRIA
 
 

Situado em terras de uma fazenda que pertencera a Fernão Dias, o povoado inicial de Embu começou a se desenvolver a partir do século XVII, quando, em 1624, o bandeirante juntamente com sua esposa, Catarina Camacho, fez uma doação aos jesuítas.

Ali formou-se, então, uma aldeia jesuítica com o nome de M’Boy – cobra, em tupi-guarani – na qual os jesuítas mantiveram o seu trabalho de catequese. Contou, nessa época, com o importante impulso oferecido pelo cultivo do algodão, em grande escala, cuja produção manufaturada costumava ser enviada para grandes centros, como Rio de Janeiro e Bahia.

No entanto, seu prestígio junto à corte portuguesa perdeu forças com a expulsão dos jesuítas. Nesse período de declínio, a vida do lugarejo passou a girar em torno de uma pequena atividade agrícola e da exploração de lenha e carvão. Em 19 de julho de 1869, foi criada a freguesia, pertencente ao Município de São Paulo, com a denominação de Nossa Senhora do Rosário de M’Boi.

Em 10 de março de 1870, porém, voltou à condição de povoado e,

 

novamente à de freguesia do município de Itapecerica da Serra, em 21 de abril de 1880, com a denominação reduzida para M’Boi.

No século XX, Embu ganhou novo destaque com a imigração japonesa que incrementou a avicultura local.

Sua denominação foi alterada para Embu em 30 de novembro de 1938, e passou a município autônomo em 18 de fevereiro de 1959, com território desmembrado dos municípios de Cotia e Itapecerica da Serra.

Mais tarde, com a implantação da rodovia BR 116, algumas indústrias começaram a se instalar em seu território, intensificando as atividades comerciais e da construção civil.

Ainda na década de 60, com o surgimento da feira de artesanato Embu das Artes, a cidade tornou-se importante centro de atração turística, condição reconhecida, em definitivo, em 1979, quando lhe foi atribuída a categoria de Estância Turística.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.
 
HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   
 

IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO E RESIDÊNCIA ANEXA

Largo do Rosário
Processo: 00336/73    
Tomb.: ex-officio em 16/1//74
Tomb.: Iphan em 21/10/38
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 75, p. 7, 20/2/1974

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário foi construída no início do século XVIII pelo padre Belchior de Pontes, sendo dele também a autoria da imagem do orago. Coube, posteriormente, ao padre Domingos Machado, em 1740, a construção do convento anexo.

O conjunto formado pela igreja e convento, separados pela torre sineira, é destituído, em sua parte externa, de ornamentos, o que torna o seu aspecto bastante singelo. A técnica construtiva utilizada é a taipa de pilão que, devido à deterioração provocada pela ação das chuvas, teve que ser reforçada com a introdução de estrutura de concreto armado nas suas paredes.

No interior da igreja, nota-se uma preocupação maior com a decoração, principalmente em relação às pinturas dos tetos da capela-mor, em caixotão, e às da sacristia, cujas figuras, neste último ambiente, denunciam a influência oriental. Possui um rico acervo de imagens sacras, entre outras peças.

Fonte: Processo de Tombamento/ Condephaat • 2007
 
 
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