ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
Capivari (tupi): Nome de um rio da região, o Capivari, ou rio das capivaras. O primeiro homem branco a chegar localidade foi um fugitivo do presídio de Iguatemi, em 1763. Sua autonomia chegou em 10 de julho de 1832.
 

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HISTÓRIA
 
 

No início do século XVIII, a região onde se situa o município de Capivari, era caminho para as jazidas de ouro de Cuiabá. As viagens, no entanto, eram feitas por via fluvial pois a mata era muito cerrada e habitada por índios hostis.

Daí os governantes das capitanias mandarem para lá aqueles que os desagradavam. Assim, um grupo de ituanos, degredados em fuga, chegou, por volta de 1800, ao local, próximo a uma colina na margem do rio, caracterizada pela presença de muitas capivaras. Por isso a pequena povoação receberia, mais tarde, o nome de Capivari.

Contando com um  úmero considerável de casas e uma capela, foi celebrada, em 5 de junho de 1820, missa do povoado pelo padre João Jacinto dos Serafins. São João Batista foi escolhido para padroeiro local.

 

Em 11 de outubro de 1826, criou-se a freguesia, com o nome de São João Batista de Capivari de Baixo, do município de Porto Feliz.

E em 10 de julho de 1832, foi oficialmente ereta a vila de São João Batista de Capivari de Baixo (dizia-se “de Baixo” para distinguir de Capivari de Cima, povoação vizinha, hoje Monte Mor).

Após a elevação à categoria de vila, a economia local se desenvolveu, com a abertura de fazendas de café, algodão e, principalmente, cana-de-açúcar. Também cresceram o comércio e a indústria. Sua denominação foi simplificada para Capivari em 20 de dezembro de 1905.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
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HINO

 

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BENS TOMBADOS
   

CASA DO BARÃO DE ALMEIDA LIMA

Praça Padre Marques
Processo: 07853/69       
Tomb.: Res. de 10/1/75     
D.O.: 11/1/75
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 91, p. 11, 16/1/1975

A construção da casa iniciou-se em 1842 com o patriarca e fundador da cidade, Antonio Pires de Almeida Moura. Com o seu falecimento, a viúva Gertrudes de Araújo Campos vendeu-a, já em fase de colocação do telhado, à Manoel Bernardino de Almeida Lima, político e rico proprietário de fazenda de cana e café.

Trata-se de construção em alvenaria de tijolos, da segunda metade do século XIX. O partido arquitetônico é tradicional, construído no alinhamento do lote em esquina, com entrada lateral ao lado de um grande jardim. A sua planta é retangular, térrea, com porão baixo para ventilação. A cobertura apresenta um pequeno beiral, arrematado por cimalha e as janelas são em guilhotina de madeira e vidro.

Fonte Arquivo Condephaat / Condephaat • 2007
 
 
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