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ORIGEM DO NOME DA CIDADE
   
O topônimo foi escolhido com base na nomenclatura do único curso d’água que cortava as terras de ponta a ponta. Curiosamente o ribeirão Preto é muito menor que outros ribeirões que passam pelo município, como o Retiro Saudoso, o Laureano e o Palmeiras.
 

 

A cidade lidera a produção mundial de cana-de-açúcar, açúcar e álcool, e é a maior produtora estadual de alimentos e de leite e derivados. Confira!

 
 
Aeroporto Estadual Dr. Leite Lopes - SBRP 
End.: Av.Thomaz Alberto Whately, s/n -
Ribeirao Preto -São Paulo - Brasil
Telefone:(016) 3626-3376
 
 
NOTÍCIAS E PAUTAS
Ribeirão Preto sedia a 9ª Feira Nacional do Livro. Confira!

A parceria entre a Fundação Feira do Livro e a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, através da Secretaria da Cultura, Secretaria da Educação e Fundação Instituto do Livro, tem sido o ponto chave para a melhoria da Feira a cada ano. Saiba mais...
DESTAQUE
 

Aguardando matérias e pautas.

 
 
UNIVERSIDADES
• Universidades Estaduais

Universidade de São Paulo (USP)
A USP integra um seleto grupo de instituições de padrão mundial, com 229 cursos dedicados a todas as áreas do conhecimento distribuídas por 40 unidades no Estado de São Paulo.
Em Ribeirão Preto, a USP é representada por 7 faculdades, que abrangem diversas áreas do conhecimento.

Campus Ribeirão Preto:
Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Av. dos Bandeirantes, 3900 - Monte Alegre
Tel: 16 3602 3381

Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto
Av. do Café, s/nº. - Campus Universitário da USP
Tel: 16 3602 4181

Faculdade de Direito de Ribeirão Preto
Rua Pedreira de Freitas, s/nº, Casa 7 - Campus Universitário da USP
Tel: 16 3602 4949

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto
Av. Bandeirantes 3900 - Monte Alegre
Tel: 16 3602 3888

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
Rua Clóvis Vieira, Casa 38 - Campus Universitário da USP
Tel: 16 3602 4673

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Av. Bandeirantes, 3900 - Monte Alegre
Tel: 16 3602 3001

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto
Av. do Café, s/nº. - Campus Universitário da USP
Tel: 16 3602 4122


 
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CURIOSIDADES
 
Aguardando histórias e curiosidades.
 
HISTÓRIA
 
 

O antigo povoado de Ribeirão Bonito, em cujas terras se desenvolveu o atual município de Ribeirão Preto, foi ocupado em meados do século XIX por fazendas de criação de gado, pertencentes ao então distrito de São Simão.

O gradual crescimento da população levou à construção de uma capela na região, cabendo a José Mateus dos Reis a doação das primeiras terras para formação do patrimônio da futura capela em louvor de São Sebastião de Ribeirão Preto.

A capela ficaria pronta somente em 9 de janeiro de 1868, mas parece ter criado condições para o início do desenvolvimento administrativo de Ribeirão Preto. Em 2 de abril de 1870, foi, então, criada a freguesia de Ribeirão Preto em terras do município de São Simão. Apenas um ano mais tarde, em 12 de abril de 1871, tornou-se vila.

A autonomia política e a existência de solos bastante férteis fizeram com que muitas famílias se deslocassem para a região, expandindo a agricultura e o comércio.

Mas foi a partir de 1876, quando o dr. Luís Pereira Barreto introduziu o café

 

tipo “bourbon”, que a cidade experimentou um crescimento acelerado. A perfeita adaptação desse tipo de café àquelas terras levou as lavouras a se transformarem, em curtíssimo tempo, em grandes cafezais.

Em 7 de abril de 1879, seu nome foi alterado para Entre Rios e, em 30 de junho de 1881, passou definitivamente para o atual. Dois anos depois, em 1883, chegaram os trilhos de Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, o que deu novo impulso a Ribeirão Preto, que recebeu foros de cidade em 1º de abril de 1889.

Convertida em pólo econômico de atração e irradiação de atividades, possuía uma região de influência que abrangia boa parte do interior de São Paulo e parcelas de Minas Gerais e do Estado de Goiás.

Apesar de ter atravessado vários momentos de crise, como, por exemplo, o do declínio do café, o ritmo de desenvolvimento local não foi prejudicado de modo significativo.

 
Fonte: Fundação SEADE - 2006
 
GASTRONOMIA
 
  Aguardando receitas típicas ou tradicionais desta cidade.  
 
HINO

 

Não há hino cadastrado.

 
 
BENS TOMBADOS
   
 

CASA TÉRREA

Rua Caramuru, 232
Processo: 25774/87
Tomb.: Res. SC 61 de 28/10/88     
D.O.: 3/11/88
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 285, p. 73, 8/6/1989

Esta casa, de características bem peculiares, associa o modo de construir das áreas rural e urbana, no período em que o cultivo do café se expandia na região, no final do século XIX.

Externamente nos detalhes decorativos da edificação é visível a marcante influência da imigração italiana, cuja contribuição foi expressiva para o desenvolvimento da sociedade local. Em seu interior nota-se a preocupação com o requinte estético, principalmente em relação às paredes, amplamente decoradas com pinturas. Nas elevações posterior e lateral, uma grande varanda envolve a edificação, dando-lhe um aspecto despojado, em contraposição com a profusão de ornatos que caracteriza a sua fachada frontal.

Fonte: Ricardo de Oliveira de Barros

ESTAÇÃO BARRACÃO

Avenida D. Pedro I, esquina com a Rua Rio Grande do Sul
Processo: 21364/80     
Tomb.: Res. 31 de 7/5/82     
D.O.: 13/5/82
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 174, p. 40, 25/5/1982

A povoação de Ribeirão Preto foi fundada, em 1856, por José Borges da Costa, Manoel Fernandes do Nascimento e outros que doaram ao município  parte de suas terras adquiridas de sesmarias que pertenceram ao padre Manoel Pompeu de Arruda.

A Estação Barracão foi uma das primeiras a serem construídas na região, no período de 1870 a 1890, quando houve a grande expansão cafeeira. O nome deve-se à existência de um barracão, próximo a ela, onde os imigrantes se dirigiam para serem cadastrados junto às fazendas de café.

O projeto da Estação, em planta retangular, caracteriza-se pelo  prolongamento das águas da cobertura, apoiadas em estrutura de madeira, protegendo a plataforma em um dos lados. A construção é em tijolo aparente, de procedência inglesa, como a maioria das estações da época.

Fonte: Maria Regina P. de Mattos

QUARTEIRÃO PAULISTA E PRAÇA QUINZE DE NOVEMBRO

Rua XV de Novembro, 332, 354, 390 e 396
Processo: 29840/92     
Tomb.: Res. SC 26 de 15/12/93     
D.O.: 16/12/93
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 311, p. 78, 23/2/1994

Em 1886 iniciaram-se as primeiras providências para o ajardinamento da Praça Quinze de Novembro, ocasião em que foram plantadas uma série de figueiras. A praça passou por algumas remodelações e, em 1919, atingiu as suas dimensões atuais. Neste período, em seu interior se instalou a Cervejaria Antártica.

Somente em 1926 inaugurou-se o Hotel Central e, quatro anos depois, as construções complementares como o Teatro Pedro II e o edifício Meira Júnior. A inauguração desses edifícios, em 1930, implicou na última reforma importante da praça, quando se introduziu uma imponente fonte que substituiu o bar circular.

O Quarteirão Paulista, construído pela Companhia Cervejaria Paulista, constitui-se em exemplar eclético significativo das décadas de 20 e 30.

Fonte: Sílvia Ferreira Santos Wolff

SISTEMA VIÁRIO, ÁREA VERDE E CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA ANTIGA FAZENDA MONTE ALEGRE - CAMPUS DA USP

Rua Cuiabá, 370
Processo: 24699/86     
Tomb.: Res. SC 7 de 22/3/94     
D.O.: 24/3/94
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 314, p. 79, 1/6/1994

As terras do Campus da USP originaram-se da antiga Fazenda Monte Alegre, cujas construções foram concluídas em torno de 1874. Destas, a sede foi o único imóvel que se conservou íntegro, abrigando atualmente o Museu Histórico Municipal.

O governo estadual, já proprietário da fazenda em 1942, instalou na propriedade a Escola de Agricultura Getúlio Vargas, desativada em 1948. Durante este período todas as obras da escola foram executadassegundo projeto neocolonial, do qual fazem parte um pavilhão principal, residências de professores, ginásio e instalações para esportes, inúmeros pavilhões ligados à prática agrícola e, ainda, toda uma infra-estrutura viária e de abastecimento hidráulico. Quatro anos depois de desativado o conjunto, a Faculdade de Medicina passou a ocupar as instalações, promovendo ao longo do tempo ampliações para atender às necessidades dos novos programas.

Fonte: Sílvia Ferreira Santos Wolff

THEATRO  PEDRO II

Praça XV de Novembro, 370
Processo: 297/73     
Tomb.: Res. 32 de 7/5/82     
D.O.: 13/5/82
Livro do Tombo Histórico:
Inscrição nº 186, p. 44, 17/6/1982

Integrante do Quarteirão Paulista, o Teatro Pedro II destaca-se no conjunto de construções ecléticas voltado para a Praça Quinze de Novembro. O projeto, de autoria de Hipólito Gustavo Pujol Júnior, reuniu diversos estilos arquitetônicos, do neoclássico francês ao art-decô, resultando numa arquitetura indefinível. Inaugurado em 1930, teve algumas características originais alteradas quando transformado em cinema.

O teatro possui, ao todo, seis pavimentos, incluídos o subsolo e o sótão. No início da década de 1980, um incêndio destruiu grande parte do edifício que perdeu toda a sua cobertura e forro, além de parte dos elementos decorativos da boca de cena. Para reverter esta situação, a Prefeitura Municipal promoveu a restauração do teatro, concluída em 1996. O novo forro introduzido foi projetado pela artista plástica Tomie Ohtake e, o uso original, restabelecido.

Fonte: Processo de Tombamento
 
 
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